quinta-feira, 17 de abril de 2014
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Egrégora de uma comunidade
Uma
comunidade
terreiro tem uma maneira própria de ser, que é o somatório de todos
os indivíduos que fazem parte – sentimento de pertença – e que são
reflexo de
suas semelhanças com os seus Orixás Regentes. É no trabalho de terreiro,
com a
participação de cada um e sua maneira original de se inspirar em seus
Ancestrais que nos desenvolvemos como seres humanos e ampliamos nossa
espiritualidade, com a consciência de estarmos integrados a um grupo
filo-religioso que nos dá referência espiritual. Para um médium – cavalo
de santo
- ser considerado e respeitado pela comunidade terreiro, ele precisa ser
e
viver no Espaço Sagrado intensamente, participando ativamente no tempo
aprendendo e aprimorando o conviver coletivamente, o amar o próximo como a si
mesmo. Neste ambiente de “irmandade”, amorosidade e respeito fraternal entre os
membros, com o caráter modificado, a
vibração energia de cada um se
integra ultrapassando os limites
internos físicos do terreiro, formando o que chamamos de Egrégora, e é isto que
mantém toda a comunidade terreiro saudável, sólida e em expansão.
Na hora da morte
PERGUNTA:
- Como poderíamos entender essa pressão exercida pelos parentes do moribundo,
na hora de sua desencarnação, obrigando-o a lutar contra a morte do corpo?
ATANAGILDO: - O confrangimento, o desespero e a inconformação
dos familiares e amigos, em torno do agonizante, produzem filamentos de
magnetismo denso, que imantam o espírito desencarnante ao seu corpo material,
como se se tratasse de vigorosas cordas vivas a susterem a alma em agonia.
Conforme podereis comprovar pela extensa literatura espírita, há casos em que
os espíritos assistentes. dos desencarnantes procuram neutralizar esses efeitos
perniciosos, lançando mão do estratagema de restaurarem as forças magnéticas do
agonizante e fazendo o seu organismo físico obter visível recuperação de vida.
Ante a melhoria súbita - que é muito comum nos fenômenos da agonia - acalmam-se
os temores dos familiares e cessa a angústia que retinha o espírito no corpo
carnal; abrandam-se ou extinguem-se, então, os fios magnéticos que imantam o
moribundo à carne, porque as mentes dos presentes também deixam de produzir
essas forças magnéticas negativas e agrilhoantes, que resultam de grande
ignorância espiritual dos encarnados a respeito do fenômeno da morte corporal e
da imortalidade do espírito. Essa súbita convalescença na hora da agonia, muito
comentada na Terra, é que deu lugar ao velho rifão: "Melhora do moribundo,
visita da morte!"
PERGUNTA: - Mas não é
justo, então, que os parentes e amigos do enfermo se angustiem ante a partida
definitiva daquele que lhes era tão caro ao coração? Há, porventura, deslize
espiritual nessa imantação da família ao seu ente querido nas vascas da agonia?
ATANAGILDO: - Tudo depende do modo como encaramos essas coisas
da vida em comum, ou seja do ponto de vista em que nos colocamos. Convém refletirdes
que, enquanto para os encarnados a morte do seu familiar significa tragédia
insuperável e drama pungente, o mesmo acontecimento, para os seus parentes já
desencarnados e desembaraçados do lado de cá, transforma-se num fato jubiloso
pois, em verdade, trata-se de um ente querido que retorna ao - seu verdadeiro
lar, no Além. Então, invertem-se os papéis, pois o confrangimento do mundo
físico passa a ser motivo de alegrias no mundo astral! Enquanto os moradores do
vosso orbe ignorarem a verdadeira finalidade da vida humana e a imortalidade do
espírito, ainda hão de chorar inúmeras vezes, assim como já têm chorado noutras
existências.
Quantas vezes já choraram por vossa causa em outras encarnações,
cada vez que o vosso espírito teve de abandonar o seu corpo físico! Já fostes
pranteado sob as vestes egípcias, hebréias, gregas, hindus ou européias;
alhures para se obedecerem a determinados ritos fúnebres usados por certas
raças exóticas, colocaram alimentos e objetos dentro de vossos caixões
mortuários ou sobre as lápides tumulares do vosso cadáver; doutra feita, apenas
algumas flores singelas ornamentaram as cruzes solitárias de vossas sepulturas!
Algumas vezes, em vidas mais ricas, o vosso cadáver transitou pelas ruas no
caixão luxuoso, forrado com sedas riquíssimas e ornado de franjas douradas,
submerso no fausto das flores raras, hospedando-se definitivamente no mausoléu
suntuoso; no entanto; em outras vezes, algumas almas amigas tiveram que
carregar o vosso corpo hirto, semi-nu, coberto com repulsivos trapos que mal
cobriam vossas carnes frias! Enquanto em certas existências a terra fria vos
deu sepultura amiga, também..vezes houve em que os animais ferozes ou os urubus
famintos se encarregaram de vos devorar o corpo tombado só, na mata virgem!
Há quantos milênios, no círculo de vossa família espiritual,
composta às vezes dos vossos próprios adversários de outras encarnações,
obrigados a fazerem parte de vossa parentela consangüínea, não tendes cultivado
o choro e o sofrimento angustioso, devido ao paradoxo de uma morte que é
imortal?
RESUMO DO LIVRO "MEMÓRIAS DE UM SUICIDA"

A
história do livro (Memórias de um Suicida) começa no século XVII,
quando nasce um jovem em terras portuguesas numa família pobre, mas que
sonhava ser rico, culto e poderoso.
Este jovem procurou um pároco e contou seu sonho. O pároco então, passou a ensinar-lhe quanto sabia.
Diante das suas ambições, o jovem despertou a vontade de ser um sacerdote. Mas o pároco, disse que o rapaz não tinha vocação para o sacerdócio, e aconselhou-lhe que exercesse o sublime sacerdócio construindo um lar, com respeito, justiça e amando sempre o próximo.
O conselho do pároco calou fundo, e os planos foram adiados.
O jovem então, apaixonou-se por Maria Magda com fervor. Ambos faziam planos matrimoniais, quando Magda conhece um outro rapaz, Jacinto de Ornelas y Ruiz, apaixona-se, casa-se e muda-se para Madrid.
O jovem sentiu-se humilhado, cheio de ódio, rancor, despeitado e jurou vingança. Diante do desgosto, ele reativou a idéia de ser sacerdote e a realizou.
Serviu às leis de Inquisição. Perseguia, denunciava, caluniava, fazia intriga, mentia, condenava, torturava e matava.
Quinze anos depois do casamento de sua amada Maria Magda, o sacerdote vai para Madrid a mando da Igreja. O acaso então, os colocou novamente frente a frente, trazendo muito ódio à lembrança, mas sentindo que ainda a amava.
Tentou cativa-la, mas não conseguiu. Ela resistiu com dignidade. Jacinto, percebeu o assédio do sacerdote à sua esposa. Preparou-se para deixar Madrid, buscando refúgio no estrangeiro para si próprio como para a família. Pois, o medo do oficial do Santo-Ofício era grande.
Mas, o sacerdote descobriu, denunciou Jacinto de Ornelas ao tribunal, com muitas acusações.
Jacinto foi preso, processado e entregue ao sacerdote, por ordem dos seus superiores.
Jacinto foi levado à masmorra infecta, onde passou martirizantes privações e torturas: arrancaram-lhe as unhas e os dentes, fraturaram os dedos, deslocaram os pulsos, queimaram a sola dos pés.
Maria Magda, sofria pensando o que poderia estar acontecendo ao marido. Por isso, procurou o sacerdote entre lágrimas, suplicou trégua e compaixão.
Ele então, prometeu o marido de volta com uma condição, de que ela se entregasse à ele.
Ela relutou, mas acabou aceitando. Pois sabia que se não fizesse o acordo, seu marido seria morto.
Dias depois do pacto, Magda vai à sala de torturas, contempla o marido, desespera-se, e não consegue ocultar o ódio pelo sacerdote.
Ele notou o desprezo, sentiu-se cansado em lutar por um bem inatingível, pois não conseguia entender aquele sublime amor que cobria as mãos de Jacinto com beijos e lágrimas.
E por não conseguir o amor de Magda, a inveja, o despeito, o ciúme, tomou-lhe o coração. As tendências maléficas do passado, vieram-lhe na lembrança, quando no ano 33 gritou junto ao povo para condenar Jesus de Nazaré em favor da liberdade do bandoleiro Barrabás. Ele então, vazou os olhos de Jacinto perfurando-os com pontas de ferro incandescido.
Jacinto inconformado com a situação, não querendo tornar-se estorvo à querida companheira, suicidou-se dois meses depois de obter a liberdade.
Magda voltou para a terra natal com os filhos, desolada e infeliz. Nunca mais viu o sacerdote ou obteve notícias.
O arrependimento não tardou iniciar ao mesquinho ser do sacerdote. Não dormia com tranqüilidade, vivia nervoso e a imagem de Jacinto o atordoava. Ele passou a evitar cumprir as tenebrosas ordens de seus superiores, até que mais tarde foi levado ao cárcere perpétuo.
Da Segunda metade do século XVII até o século XIX, ele começou a expiar, na Terra como homem e na erraticidade como Espírito, os crimes e perversidades cometidos sob a tutela do Santo-Ofício.
Na Segunda metade do século XIX, reencarnou em Portugal, como escritor famoso, Camilo Castelo Branco, para a última fase das expiações inalienáveis: a cegueira.
O mesmo horror que Jacinto de Ornelas sentiu pela cegueira, ele também sentiu. Diante da inconformidade, imitou a gesto, deu um tiro no ouvido, tornando-se em 1890, suicida como Jacinto o fora em meado do século XVII.
A cegueira era uma expiação, mas o suicídio não.
O suicídio foi uma escolha dele, que perdeu a oportunidade que Deus estava dando para que ele reparasse sua falta do passado. Ele fez mal uso do livre arbítrio.
Camilo Castelo Branco lança neste livro, através da médium Yvonne A . Pereira (que também foi uma suicida na sua encarnação passada) um alerta para aqueles que pensam que a vida termina no túmulo.
Camilo conta a experiência dele e de outros suicidas como:
Jerônimo que deu um tiro no ouvido porque era rico e não suportou a ruína dos negócios comerciais;
Mario Sobral perdeu-se nos instintos inferiores, influenciado pela beleza física, a vaidade, a sedução, que pediam cada vez mais prazeres. Quando percebeu que estava perdendo sua esposa para outro, tentou encontrar-se e reconduzir sua vida, mas não conseguiu. Sua esposa não o aceitou. Ele então, à matou estrangulada e logo após enforcou-se;
Belarmino era um professor conceituado, diante de uma tuberculose, resolveu acabar com o sofrimento, cortando os pulsos;
João era viciado em jogo, perdeu tudo, inclusive a honra e a própria vida, envenenou-se.
Este jovem procurou um pároco e contou seu sonho. O pároco então, passou a ensinar-lhe quanto sabia.
Diante das suas ambições, o jovem despertou a vontade de ser um sacerdote. Mas o pároco, disse que o rapaz não tinha vocação para o sacerdócio, e aconselhou-lhe que exercesse o sublime sacerdócio construindo um lar, com respeito, justiça e amando sempre o próximo.
O conselho do pároco calou fundo, e os planos foram adiados.
O jovem então, apaixonou-se por Maria Magda com fervor. Ambos faziam planos matrimoniais, quando Magda conhece um outro rapaz, Jacinto de Ornelas y Ruiz, apaixona-se, casa-se e muda-se para Madrid.
O jovem sentiu-se humilhado, cheio de ódio, rancor, despeitado e jurou vingança. Diante do desgosto, ele reativou a idéia de ser sacerdote e a realizou.
Serviu às leis de Inquisição. Perseguia, denunciava, caluniava, fazia intriga, mentia, condenava, torturava e matava.
Quinze anos depois do casamento de sua amada Maria Magda, o sacerdote vai para Madrid a mando da Igreja. O acaso então, os colocou novamente frente a frente, trazendo muito ódio à lembrança, mas sentindo que ainda a amava.
Tentou cativa-la, mas não conseguiu. Ela resistiu com dignidade. Jacinto, percebeu o assédio do sacerdote à sua esposa. Preparou-se para deixar Madrid, buscando refúgio no estrangeiro para si próprio como para a família. Pois, o medo do oficial do Santo-Ofício era grande.
Mas, o sacerdote descobriu, denunciou Jacinto de Ornelas ao tribunal, com muitas acusações.
Jacinto foi preso, processado e entregue ao sacerdote, por ordem dos seus superiores.
Jacinto foi levado à masmorra infecta, onde passou martirizantes privações e torturas: arrancaram-lhe as unhas e os dentes, fraturaram os dedos, deslocaram os pulsos, queimaram a sola dos pés.
Maria Magda, sofria pensando o que poderia estar acontecendo ao marido. Por isso, procurou o sacerdote entre lágrimas, suplicou trégua e compaixão.
Ele então, prometeu o marido de volta com uma condição, de que ela se entregasse à ele.
Ela relutou, mas acabou aceitando. Pois sabia que se não fizesse o acordo, seu marido seria morto.
Dias depois do pacto, Magda vai à sala de torturas, contempla o marido, desespera-se, e não consegue ocultar o ódio pelo sacerdote.
Ele notou o desprezo, sentiu-se cansado em lutar por um bem inatingível, pois não conseguia entender aquele sublime amor que cobria as mãos de Jacinto com beijos e lágrimas.
E por não conseguir o amor de Magda, a inveja, o despeito, o ciúme, tomou-lhe o coração. As tendências maléficas do passado, vieram-lhe na lembrança, quando no ano 33 gritou junto ao povo para condenar Jesus de Nazaré em favor da liberdade do bandoleiro Barrabás. Ele então, vazou os olhos de Jacinto perfurando-os com pontas de ferro incandescido.
Jacinto inconformado com a situação, não querendo tornar-se estorvo à querida companheira, suicidou-se dois meses depois de obter a liberdade.
Magda voltou para a terra natal com os filhos, desolada e infeliz. Nunca mais viu o sacerdote ou obteve notícias.
O arrependimento não tardou iniciar ao mesquinho ser do sacerdote. Não dormia com tranqüilidade, vivia nervoso e a imagem de Jacinto o atordoava. Ele passou a evitar cumprir as tenebrosas ordens de seus superiores, até que mais tarde foi levado ao cárcere perpétuo.
Da Segunda metade do século XVII até o século XIX, ele começou a expiar, na Terra como homem e na erraticidade como Espírito, os crimes e perversidades cometidos sob a tutela do Santo-Ofício.
Na Segunda metade do século XIX, reencarnou em Portugal, como escritor famoso, Camilo Castelo Branco, para a última fase das expiações inalienáveis: a cegueira.
O mesmo horror que Jacinto de Ornelas sentiu pela cegueira, ele também sentiu. Diante da inconformidade, imitou a gesto, deu um tiro no ouvido, tornando-se em 1890, suicida como Jacinto o fora em meado do século XVII.
A cegueira era uma expiação, mas o suicídio não.
O suicídio foi uma escolha dele, que perdeu a oportunidade que Deus estava dando para que ele reparasse sua falta do passado. Ele fez mal uso do livre arbítrio.
Camilo Castelo Branco lança neste livro, através da médium Yvonne A . Pereira (que também foi uma suicida na sua encarnação passada) um alerta para aqueles que pensam que a vida termina no túmulo.
Camilo conta a experiência dele e de outros suicidas como:
Jerônimo que deu um tiro no ouvido porque era rico e não suportou a ruína dos negócios comerciais;
Mario Sobral perdeu-se nos instintos inferiores, influenciado pela beleza física, a vaidade, a sedução, que pediam cada vez mais prazeres. Quando percebeu que estava perdendo sua esposa para outro, tentou encontrar-se e reconduzir sua vida, mas não conseguiu. Sua esposa não o aceitou. Ele então, à matou estrangulada e logo após enforcou-se;
Belarmino era um professor conceituado, diante de uma tuberculose, resolveu acabar com o sofrimento, cortando os pulsos;
João era viciado em jogo, perdeu tudo, inclusive a honra e a própria vida, envenenou-se.
Uma observação importante:
O resgate não é igual para todos. Por exemplo: Jerônimo, o amigo de
Camilo, que se matou com um tiro no ouvido porque sua empresa faliu,
deixando esposa e filhos em situação difícil, reencarnou em família
rica, com o propósito de não formar família, montar uma instituição para
crianças órfãs, e ir à ruína financeira novamente, para ter que lutar
com coragem; Camilo tornou-se grande trabalhador no Vale dos Suicidas, e
após 50 anos reencarnou para cegar aos 40 anos e desencarnar aos 60
anos. Como vemos, ambos deram um tiro no ouvido, mas o resgate foi
diferente.
(Resumo feito por Rudymara de Paula) - O livro “Memórias de um Suicida”, buscou ajudar aqueles que, em desespero, tentaram ou pensam tentar contra a própria vida, comprometendo severamente a evolução espiritual que todos buscamos. Este livro foi escrito pela psicografia da médium Yvonne Pereira - ditado pelo espírito Camilo Castelo Branco, extraordinário romancista e poeta português, que contou sua lamentável atitude (em vidas passadas), disparando um tiro de revólver na cabeça e consequências. Peço que todos aqueles que lerem este resumo leiam também o texto "PARA ONDE VAI O SUICIDA" que se encontra neste blog. Ele complementa o assunto: SUICÍDIO.
Para onde vai o suicida?
SUICÍDIO - Para onde vai o suicida?

PARA ONDE VAI UM SUICIDA?
Cada espírito é uma história.
Alguns suicidas sentem-se presos ao corpo de tal modo que, leva-os a ver e sentir os efeitos da decomposição; outros vão para as regiões umbralinas (região destinada a esgotamento de resíduos mentais); outros ainda, como conta no livro “Memórias de um suicida”, tornam-se presas de obsessores, que as vezes, também foram suicidas, entidades perversas e criminosas, que sentem prazer na prática de vilezas, e que continuam vivendo na Terra ao lado dos homens, contaminando a sociedade, os lares terrenos que não lhes oferecem resistências através da vigilância dos bons pensamentos e prudentes ações. Esses infelizes unem-se, geralmente, em locais pavorosos e sinistros da Terra, afinados com seus estados mentais como: florestas tenebrosas, catacumbas abandonadas dos cemitérios, cavernas solitárias de montanhas muitas vezes desconhecidas dos homens e até antros sombrios de rochedos marinhos e crateras de vulcões extintos. Eles aprisionam, torturam por todas as formas, desde maus tratos físicos e da obscenidade, até a criação da loucura para mentes já torturadas por sofrimentos que já lhes são pessoais, etc.
QUANTO TEMPO OS SUICIDAS FICAM PRESOS AO CORPO FÍSICO?
Não há previsão para o tempo que os suicidas ficam presos ao corpo vendo sua decomposição, vagando nas regiões umbralinas, prisioneiros de obsessores, etc. Isso varia de espírito para espírito. É o tempo que levam para harmonizar sua mente e entenderem o apoio que está sendo dado a ele. Pois, há grupos de socorro para os Espíritos que sofrem. No Vale dos Suicidas, por exemplo, o grupo de trabalhadores é chamado de: Legião dos Servos de Maria, pois o Vale é chefiado pelo grande Espírito de Maria de Nazaré.
TODO SUICIDA VAI PARA O VALE DOS SUICIDAS?
A médium Yvonne Pereira, em seu livro “Memórias de um Suicida”, fala do Vale dos Suicidas. Entretanto, há notícias de outros suicidas que não foram para o referido Vale. O próprio Camilo (personagem principal do livro) diz que não sabe como acontece os trabalhos de correção para suicidas nos demais núcleos ou colônias espirituais.
COMO REENCARNA UM SUICIDA?
Geralmente renascem com defeito ou deficiência no órgão afetado. E o resgate também não é igual para todos. Por exemplo: Jerônimo, personagem do livro “Memórias de um suicida”, que se matou com um tiro no ouvido porque sua empresa faliu, deixando esposa e filhos em situação difícil, reencarnou em família rica, com o propósito de não formar família, montar uma instituição para crianças órfãs, e ir à ruína financeira novamente, para ter que lutar com coragem. Seria um teste para ele; Camilo, personagem principal do livro referido, tornou-se grande trabalhador no Vale dos Suicidas, e após 50 anos reencarnou para cegar aos 40 anos e desencarnar aos 60 anos. Como vemos, ambos deram um tiro no ouvido, mas o resgate foi diferente.
É ERRADO MATAR-SE PARA ENCONTRAR COM O ENTE QUERIDO?
Além de ser errado adiará ainda mais o reencontro com este ente querido. No livro O Céu e o Inferno, de Allan Kardec, 2ª parte, capítulo V, há um relato de uma mãe que suicidou-se logo após a desencarnação de seu filho. Sua intenção era acompanha-lo. Mas não aconteceu o esperado.
É ERRADO MATAR-SE PARA SALVAR UMA VIDA?
Sacrificar sua vida para salvar outra, só sem intenção de morrer. Exemplo: bombeiro. Suicídio, nunca! Portanto, deixemos claro que, só Deus tem o direito de retirar a vida. Deus não castiga o suicida, é o próprio suicida quem se castiga, através de sua consciência pesada. O tribunal do suicida (e de todos nós) é a sua própria consciência. Se o ato do suicida é covarde ou corajoso, não podemos precisar, porque há casos de loucura, onde o suicida, por estar em estado de demência, não pode avaliar o crime que está cometendo. No caso de Getúlio Vargas, ex-presidente do Brasil, diz Emmanuel, que ele não foi considerado como suicida, uma vez que evitou uma guerra civil com sua morte. Como vemos, cada caso é um caso. Por isso, aprendamos a não julgar pela aparência. Pois, não sabemos se já fomos ou estamos sendo suicidas indiretos, ou seja, aquele que se mata devagarzinho, todos os dias através de vícios, excesso alimentar, sexo desregrado, etc. Nossos sentidos são primários e não temos direito de julgar. Só há um juiz, perfeito e infalível: DEUS. Para nós cabe a caridade da prece à esses irmãos.
KARDEC COMETEU SUICIDO?
Devemos esclarecer aos que desconhecem sua biografia ou conhecem e tentam denegrir sua imagem que, Kardec não cometeu suicídio, ele desencarnou aos 64 anos, entre 11 e 12 horas no dia 31 de março 1869, devido ao rompimento de um aneurisma, cumprindo, e muito bem, sua missão.
Infelizmente, recebemos notícias, quase que diariamente, sobre pessoas que cometeram suicídio. Porque o suicídio para o materialista, é visto como uma porta de saída para os problemas. Mas, para o espiritualista, ou seja, para quem acredita que a vida continua após a morte do corpo físico, o suicídio é porta de entrada para mais problemas, dores e aflições.
Portanto, lembremos que Deus não nos dá um fardo cujo peso não aguentaremos.
Tenhamos fé e esperança no futuro.
NÃO SE MATE, VOCÊ NÃO MORRE.
Compilação feita por Rudymara
terça-feira, 15 de abril de 2014
segunda-feira, 14 de abril de 2014
domingo, 13 de abril de 2014
Proveitos e Mal Feitos - Vó Benta.
As portas se abriam, permitindo que as pessoas daquela enorme fila que se formava na frente da Casa, pudessem adentrar. Eram recebidas por duas jovens vestidas de branco, desejando-lhes boas vindas. O cheiro de incenso se fazia sentir desde a porta. Uma música suave se fazia ouvir. O ambiente muito limpo e arejado, denotava o cuidado de quem dele cuidava.
Em minutos, o som de atabaques acompanhado por vozes harmoniosas, saudam a Umbanda que se faz naquela Casa de Caridade. E a gira tem início. O chamamento é para os espíritos denominados de Pretos Velhos que irradiando seus médiuns, permitem se manifestar no plano material.
Sentados em seus tocos, pitando seus cachimbos defumadores, aguardam os filhos da terra sentarem-se à sua frente para o auxílio fraterno.
- Saravá zi fia! Como você está? No que esta negra velha pode lhe ajudar?
-Saravá. Olha, eu estou cheia de problemas. Está tudo errado na minha vida, acho que estou macumbada. Estou aqui para que vocês possam me limpar.
- Eh...eh...zia fia. Então você quer que os espíritos façam uma limpeza. Prefere com água ou com fogo?
Gaguejando e um pouco assustada com a pergunta, a moça arregala os olhos e fala:
-Como assim?
-Filha, limpeza se faz com algum elemento, pois não há outro jeito. E estou lhe dando a opção de escolha.
Desconfiada, a moça indaga novamente:
-Mas quero uma limpeza das minhas energias e vocês como são espíritos, podem fazer isso sem precisar de água ou fogo.
- Ah é? E quem lhe contou essa estorinha?
- Eu sei, uai! Sempre vou nos centros de Umbanda e recebo essa limpeza.
- Pois é minha filha, então hoje você deve ter vindo ao lugar errado ou então, o que lhe ensinaram até agora estava equivocado. Umbanda minha filha, não é máquina de lavar e médium que nela trabalha não é faxineiro. Aqui ou acolá, onde se trabalha na caridade, não se objetiva fazer limpeza em nada, nem em ninguém, mas sim despertar a essência de cada filho encarnado. E digo mais, os espíritos que trabalham em suas fileiras, não fazem milagres e nem mágica. Nada se faz num estalar de dedos e tudo depende da movimentação das energias que se manifestam no plano material através dos elementos.
A água, assim como o fogo, são elementos da natureza que por onde passam, limpam e transmutam. Ou a filha ignora que para limpar a casa precisa de água, sabão, esponja... E quando algo está contaminado, não é o fogo que aquece e transmuta?
Filha, se sua vida precisa de uma limpeza, essa negra velha pede que procure ver onde foi que se sujou. Se acha que está macumbada, como foi que essa energia chegou até você?
Quero que reflita minha filha, nos seus atos, nos seus sentimentos ....que olhe para seu coração e descubra dentro dele essa luz grandiosa que precisa despertar, para que possa sorrir novamente. Nada está errado na sua vida a não ser o foco de sua visão.
A moça, emocionada e tocada no fundo de sua alma pelas amorosas e sábias palavras da preta velha, deixava as lágrimas rolarem pela sua face.
Depois de mais algumas palavras amorosas e conselhos iluminados, a moça recebeu um abraço da preta velha e saiu aliviada.
A fila andava e uma senhora distinta, bem vestida e coberta de jóias, sentava-se agora diante da preta velha.
- Saravá minha senhora. Como posso lhe ajudar?
Após um suspiro que mais parecia um bufo, ela desatou:
- Já estava quase desistindo de ser atendida. Pois isso está muito demorado e além do mais, aquelas moças que trabalham aqui, são umas tongas. Deixam as pessoas furar a fila e a gente fica aqui feito palhaça. Falta de respeito, pois nem cadeira tem para a gente sentar , sem falar desse calor horrível.
- E sua vida como está minha filha? Posso lhe ajudar?
- Minha vida estava boa, até o momento que meu marido resolveu ir embora com sua secretária, só porque ela é mais nova que eu. Uma pobre coitada, sem cultura nenhuma que nem sabe falar direito. Imagina, me abandonar por essa criatura. Eu, uma mulher da sociedade, de família nobre, com estirpe.
- Entendo minha filha. E o que a filha está fazendo para ser feliz agora?
- Quero que vocês me ajudem a acabar com essa palhaçada. Preciso separá-los antes que o idiota do meu marido passe toda nossa fortuna para essa desqualificada.
- E isso a deixaria feliz?
- Claro que deixaria.
- Tem certeza filha? Será que o seu marido só a abandonou por causa da juventude da moça? Será que se você conseguir separá-los, ele voltará para casa? E se voltar forçadamente através de magia, estará feliz e a fará feliz também? Amor não se impõe minha filha, amor se constrói.
Depois de mais alguns conselhos, a mulher que não gostou do que ouviu, foi tratando de se despedir, já pensando: –“Bem que eu deveria ter ouvido minha cartomante. Vou pagar a ela para fazer as coisas do meu jeito, pois essa gentinha daqui, acha que resolve tudo com reza e perdão.”
A preta velha que captava seu pensamento, somente sorriu e a abençoou. E cantarolando com a curimba, fumegou seu cachimbo desintegrando as formas pensamento enegrecidas deixadas pela madame. E lá com seus botões, ela dialogou:
- Pobres criaturas! Quanta dor ainda terão que suportar para poder despertar?
Mal sabe ela, que tudo que lhe aconteceu desde que adentrou a esta casa foi promovido pelo plano espiritual, para que pudesse quebrar seu orgulho e arrogância. Porém ela preferiu acionar suas raivas, seus ranços. Se achando superior a tudo e a todos, só porque tem maior poder econômico. Em vez de observar a energia maravilhosa do local, a limpeza, o perfume, a presteza dos médiuns que se doam incondicionalmente e amorosamente, a caridade dos guias que baixam suas vibrações para estar aqui junto dos encarnados, auxiliando-os, cegou pelo ego e orgulho.
Não veio receber nada e muito menos doar-se. Veio buscando o mal, querendo que o mundo gire conforme sua vontade. Mas um dia ela aprenderá! A dor virá acordá-la.
E a gira continuou...
Ditado por Vovó Benta / Médium Leni S.
08.03.2014
quinta-feira, 3 de abril de 2014
O Aikido por Morihei Ueshiba – Palavras do Fundador
O Aikido por Morihei Ueshiba – Palavras do Fundador
Tiago Mazzon | 2 de abril de 2014
Como ai (harmonia) é comum com ai (amor), eu decidi nomear meu budo único (no sentido de diferenciado) de “Aikido“, embora a palavra “aiki” seja uma palavra antiga. A palavra como foi usada pelos guerreiros no passado é fundamentalmente diferente da minha.
Aiki não é uma técnica para lutar com ou derrotar o inimigo. É o caminho para reconciliar o mundo e fazer dos seres humanos uma só família.
O segredo do Aikido é nos harmonizar com o movimento do Universo e trazer-nos em unidade com o próprio Universo. Aquele que obteve o segredo do Aikido tem o Universo em si mesmo e pode dizer: “Eu sou o Universo.”
Eu nunca sou derrotado, por mais rápido que o inimigo possa atacar. Não é porque minha técnica é mais rápida do que a do inimigo. Não é uma questão de velocidade. A luta é finalizada antes mesmo de já ter começado.
Quando o inimigo tenta lutar contra mim, o próprio Universo, ele precisa quebrar a harmonia do Universo. Por isso, no momento em que sua mente está focada em lutar comigo, ele já está derrotado. Não existe nenhuma medida de tempo – rápido ou devagar.
Aikido é não-resistência. Como é não-resistente, é sempre vitorioso.
Aqueles que tem uma mente conturbada, uma mente de discórdia, já foram derrotados desde o começo.
Então, como você pode endireitar uma mente conturbada, purificar seu coração, e ser harmônico com as atividades de todas as coisas da Natureza ? Você deveria primeiro fazer do coração de Deus o seu coração. É um Grande Amor, Onipresente em todos os cantos e em todos os tempos do Universo. “Não há desacordo no Amor. Não há inimigos do Amor.” Uma mente conturbada (em desacordo), pensando na existência do inimigo, não é mais consistente com o desejo de Deus.
Aqueles que não concordam com isso não podem estar em harmonia com o Universo. O budo deles é de destruição. Não é um budo construtivo.
Portanto, competir nas técnicas, ganhar ou perder, não é o verdadeiro budo. Verdadeiro budo não conhece derrota. “Nunca derrotado” significa “nunca lutando.”
Ganhar significa ganhar sobre a mente de discórdia dentro de você. Isso é conseguir realizar a missão a qual lhe foi conferida.
Isso não é mera teoria. Você pratica isso. Então você aceitará o grande poder da unidade com a Natureza.
Não olhe nos olhos do oponente, ou sua mente será direcionada para os olhos dele. Não olhe para espada de seu oponente, ou você será morto pela espada dele. Não olhe para ele, ou seu espírito será distraído. Verdadeiro budo é o cultivo da atração pela qual você direciona o oponente por inteiro para você. Tudo que tenho de fazer é continuar a ficar nesse caminho.
Até mesmo ficando de costas para o oponente é suficiente. Quando ele ataca, batendo, ele vai se machucar com a própria intenção de bater. Eu sou um com o Universo e nada mais. Quando eu me posiciono, ele será direcionado para mim. Não existe tempo e espaço perante Ueshiba do Aikido apenas o Universo como é.
Não existe inimigo para Ueshiba do Aikido. Você está equivocado se você pensa que budo significa ter oponentes e inimigos, e ser mais forte e derrubá-los. Não existe nem oponentes nem inimigos para o verdadeiro budo. Verdadeiro budo é ser uno com o Universo; isto é, estar unido com o Centro do Universo.
Uma mente para servir a paz de todos seres humanos no mundo é necessária no Aikido, e não uma mente daquele que deseja ser forte ou que pratica apenas para derrubar o oponente.
Quando alguém pergunta se meu princípios Aiki budo são tirados da religião, eu digo: “Não.” Meus verdadeiros princípios do budo iluminam as religiões e as lideram para a plenitude.
Eu sou calmo em qualquer momento ou maneira que eu for atacado. Eu não tenho nenhum apego com a vida ou a morte. Eu deixo tudo como é para Deus. Seja desapegado da ligação com a vida e a morte, e tenha uma mente que deixa tudo para Deus, não apenas quando estiver sendo atacado, mas também em sua vida diária.
Verdadeiro budo é um trabalho de Amor. É um trabalho de dar Vida para todos os seres, e não de matar e lutar uns com os outros. Amor é a divindade guardiã de tudo. Nada pode existir sem Amor. Aikido é a realização do Amor.
Eu não faço companhia com homens. Para quem, então, eu faço companhia ? Deus. Este mundo não está indo bem porque as pessoas estão fazendo companhia entre si, dizendo e fazendo besteiras. Seres bons e seres maus são todos uma única família no mundo. Aikido deixa de fora qualquer ligação, qualquer apego; Aikido não julga casos relativos em bons ou maus. Aikido mantém todos os seres em constante crescimento e desenvolvimento, e serve para a plenitude do Universo.
No Aikido nós controlamos a mente do oponente antes de enfrentá-lo. Isto é, nós direcionamos ele para dentro de nós. Nós nos movemos para frente na vida com esta atração do nosso espírito, e tentamos ter uma visão inteira do mundo.
Nós incessantemente rezamos para que as lutas não aconteçam. Por esta razão, não há torneios no Aikido. O espírito do Aikido é de um ataque amoroso e de uma reconciliação pacífica. Neste foco, nós juntamos e unimos os oponentes com a intenção poderosa do Amor. Através do Amor, nós somos capazes de purificar os outros.
Compreenda o Aikido primeiramente como budo e então como um meio de serviço para construir a Família Mundial. Aikido não é para um único país ou alguém em particular. Seu único propósito é realizar o trabalho de Deus.
Verdadeiro budo é a proteção amorosa de todos os seres com um espírito de reconciliação. Reconciliação significa permitir a realização da missão de todos.
O “Caminho” significa ser Uno com o Desejo de Deus e praticá-lo. Se estamos só um pouquinho fora dele, não é mais o Caminho.
Nós podemos dizer que Aikido é um caminho para varrer os demônios com a sinceridade da nossa respiração ao invés da espada. Isto é, mudar a mente demoníaca do mundo para o Mundo do Espírito. Esta é a missão do Aikido. A mente-demoníaca sucumbirá na derrota e o Espírito se erguerá na vitória. Então o Aikido colherá frutos neste mundo.
Sem budo uma nação se arruinará, porque budo é a vida do Amor protetor e a fonte das atividades da ciência.
Aqueles que procuram estudar Aikido deveriam abrir suas mentes, ouvir a sinceridade de Deus através do Aiki, e praticá-la. Vocês deveriam compreender a grande limpeza do Aiki, pratique-a e aperfeiçoem-se sem hesitação. Neste desejo começa o cultivo de nosso espírito.
Eu quero sensibilizar as pessoas a ouvirem a voz do Aikido. Não é para corrigir os outros; é para corrigir sua própria mente. Isto é Aikido. Esta é a missão do Aikido e esta deveria ser sua missão.
Autor: Morihei Ueshiba – Extraído do livro: “Aikido by Kisshomaru Ueshiba
terça-feira, 1 de abril de 2014
20 Exercícios para a reforma íntima
20 EXERCÍCIOS PARA A REFORMA ÍNTIMA
1
- Executar alegremente as próprias obrigações.
2
- Silenciar diante da ofensa.
3
- Esquecer o favor prestado.
4
- Exonerar os amigos de qualquer gentileza para conosco.
5
- Emudecer a nossa agressividade.
6
- Não condenar as opiniões que divergem da nossa
7
- Abolir qualquer pergunta maliciosa ou desnecessária.
8
- Repetir informações e ensinamentos sem qualquer azedume.
9
- Treinar a paciência constante.
10
- Ouvir fraternalmente as mágoas dos companheiros sem biografar nossas dores.
11
- Buscar sem afetação o meio de ser mais útil.
12
- Desculpar sem desculpar-se.
13
- Não dizer mal de ninguém.
14
- Buscar a melhor parte das pessoas que nos comungam a experiência.
15
- Alegrar-se com a alegria dos outros.
16
- Não aborrecer quem trabalha.
17
- Ajudar espontaneamente.
18
- Respeitar o serviço alheio.
19
- Reduzir os problemas particulares.
20
- Servir de boa mente quando a enfermidade nos fira.
O
aprendiz da experiência terrena que quiser e puder aplicar-se, pelo menos, a
alguns dos vinte exercícios aqui propostos, certamente receberá do Divino
Mestre, em plena escola da vida, as mais distintas notas no curso da Caridade.
-Chico Xavier/Scheilla.
Jovem que consegue sair do próprio corpo
Jovem que consegue sair do próprio corpo vira tema de estudo científico
Casa de Lei 10 de março de 2014
A estudante de psicologia compartilhou suas experiências com neurocientistas que acabam de publicar um estudo sobre o caso.
Depois de assistir a uma aula sobre experiências fora do corpo, uma aluna de psicologia da Universidade de Ottawa, no Canadá, conversou com pesquisadores e contou que ela costumava induzir esse processo voluntariamente, em geral, antes de dormir.
Impressionados com o caso, os pesquisadores Andra M. Smith e Claude Messier resolveram estudar a jovem, que ficou impressionada ao perceber que nem todas as pessoas eram capazes de experienciar o mesmo. Os resultados e as descobertas dos neurologistas foram publicados no periódico Frontiers in Human Neuroscience.
A jovem relatou que esse tipo de experiência é comum para ela, que começou a sair do corpo voluntariamente quando era criança. Eventualmente, ela ficava entediada com a “hora do sono” que tinha na escola e, em vez de dormir, ela conta que ficava se movendo acima do seu corpo.
Hoje, a jovem tem 24 anos e relata que continuou com a prática conforme foi crescendo, imaginando que se tratava de uma coisa que todo mundo conseguia fazer. De acordo com o estudo, foi assim que ela descreveu suas experiências: “Ela podia se ver rolando no ar acima do seu corpo deitado e girando no plano horizontal. Ela afirmou assistir a si mesma se movendo acima, mas consciente do estado imóvel do seu corpo ‘real’. A participante não reportou nenhuma emoção relacionada à experiência”.
Os cientistas ressaltam que essa é a primeira pessoa a ser estudada que tem a capacidade de induzir esse tipo de atividade e sem apresentar qualquer alteração cerebral. Para entender melhor o que acontecia no cérebro da estudante durante a experiência extracorpórea, ressonâncias magnéticas foram realizadas. Os pesquisadores notaram que durante o processo ocorria a desativação do córtex visual e a ativação de diferentes áreas do lado esquerdo, que estão associadas à cinestesia, como as representações mentais dos movimentos do corpo.
A partir dessas descobertas, os pesquisadores acreditam que existe a possibilidade desse fenômeno ser mais comum do que se imagina, mas as pessoas não relatam por acharem que não é nada de excepcional. Ainda, tudo indica que a habilidade está presente na infância, mas pode se perder com o passar do tempo se não houver uma prática regular.
Fonte: Popular Science
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Livro O Guardião da Meia Noite (Muito bom)
O GUARDIÃO DA MEIA - NOITE
Resumo do livro O GUARDIÃO DA MEIA - NOITE
Este é um livro de ensinamentos éticos, envolvendo os tabus da morte e dos erros vistos sob uma nova ótica. Nova porque somente agora está sendo quebrada a resistência da ciência oficial, mas que é, realmente, muito antiga, anterior aos dogmas que insistem em explicar tudo pela razão extraída nos laboratórios. Ninguém fica impune quando desafia a Lei e, em conseqüência, enquanto não purgar todo o vício que o conduziu na afronta a Ela não receberá outra coisa senão o tormento da fúria divina, que o perseguirá pela tempo que for necessário até que desperte do pesadelo em que está adormecido seu ser imortal.
Autor: Rubens Saraceni
Editora: Madras
Ano de Lançamento: 2004
Número de Páginas: 197
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Comemoração a Oxossi e todos os Caboclos
Boa tarde amigos no dia 25/01/2014 às 14:00 teremos uma gira
em comemoração ao dia de Oxossi.
Todos estão com vidados a participar dessa comemoração no Centro
Espírita Ogum Sete Espadas.
Endereço: Rua Ibiracoa 132-Colégio-RJ
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