Deus é Amor

Deus é Amor
Cabana da Esperança

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Fotos da festa de Preto Velhos








Libertação espiritual.




Jesus ensinou as reações mais afins à libertação espiritual, quando assim exclamava: “Se te tirarem a túnica, dá-lhe, também, a camisa”, “Ama o próximo como a ti mesmo”, “Faze aos outros o que queres que te façam” e “Se teu adversário obrigar-te a andar uma milha, vai mais uma com ele”. Assim esquematizou perfeitamente o desprendimento total e necessário das nossas concepções comuns e egoístas do mundo físico, demonstrando a conduta imprescindível para o espírito poder libertar-se do jugo fascinante, mas ilusório da matéria.
Não basta essa vivência tão sacrificial e desprendida, mesmo que o homem doe tudo de si a outrem, caso ele ainda não esteja possuído de tanta humildade, que possa perdoar a todos os seus adversários e autores de sua própria infelicidade. Zombado, escarnecido, caluniado e infamado pelas ingratidões de amigos mais estimados, dominados pelo orgulho, vaidade, ciúme, ambições, inveja e avareza, ainda é preciso que o iniciado na didática do Evangelho tenha consciência do benefício e do seu martírio opondo à sua chancela límpida de ressentimento, de perdoar tanto quanto o Cristo perdoou.

(Obra: O Evangelho a Luz do Cosmo, 9ª, Edição, pagina 177.)

Fonte : http://www.triangulodafraternidade.com/

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Livre Arbítrio – Senhor 7 Encruzilhadas

Há leis imutáveis criadas desde o início do universo, essa é uma das principais direcionadas à todas as criaturas, seja em instinto ou raciocínio. Ninguém tem o direito de escolher por ninguém, seja Exu, Caboclo, Preto-Velho e outros trabalhadores.
Abrace, carregue no colo se for necessário, dê conselhos de verdade e sabedoria mas respeite a individualidade do espírito, cada qual com seu grau de entendimento e evolução.
Isso sim fará a diferença na escolha, a vida é uma escola somos meros instrutores espirituais e cabe a cada um seguir seu caminho e suas escolhas. Exus são amigos de todos, trabalhadores, protetores e soldados e não manipuladores de almas.
Não confunda Exus com espíritos zombeteiros , eguns e obsessores que se aproveitam do charlatanismo de seus aparelhos.
Senhor 7 Encruzilhadas

√ POR ANDRÉ LUIZ / RIO DE JANEIRO

Mensagem de Dr. Bezerra de Menezes




A GRANDE CRISE!

...Jesus volta para convidar-nos à compaixão.
Se não puderdes perdoar, pelo menos, desculpai aqueles
 que vos ferem, que vos magoam, e se não tiverdes forças
 para desculpar, pelo menos, permiti que a compaixão
 aloje-se nas paisagens tristes dos vossos sentimentos
 magoados.


A grande crise moral da sociedade anuncia a era nova.

Buscai ouvir, e escutareis em toda parte a musicalidade

 diferente de um mundo novo; fazei silêncio interior, e 
ouvireis a sinfonia dos astros.


Tende a coragem, pois, de amar, em qualquer

 circunstância, por que se amardes somente àqueles que vos
 amam, mais não fazeis do que retribuir, no entanto, se
 fordes capazes de amar a quem vos alveja com os petardos
 terríveis da ingratidão, da ofensa, da perseguição gratuita,
 vosso nome será escrito no livro do reino dos céus e uma
 alegria inefável tomará conta de vossos corações
 preenchendo o vazio existencial.

Filhos e filhas da alma!


Vossos guias espirituais acercam-se-vos, e em torno dos 

vossos pensamentos enviam mensagens de paz para diminuir
 a agressividade e a violência
.
Tornai-vos pacíficos no lar, no relacionamento, nas 

parcerias, no trabalho, na rua, no clube... Onde estiverdes
 mantende a paz, sendo pacíficos para vos transformardes
 em pacificadores
.
O mundo é o que dele têm feito os seus habitantes, mas,

 crede em mim, nunca houve tanto amor na Terra como
 hoje.

A violência e a exaltação do crime ganham manchetes,

 vendem na grande mídia alucinando as vidas, mas nos 
alicerces da sociedade o amor é o paradigma que nutre as
 existências de milhões de mães e pais anônimos, assim
 como de filhos abnegados e estoicos que compreendem os
 mártires e os companheiros abnegados.
Bezerra de Menezes

Postado por GÉRO MAITA às 4:17 PM 

Mensagem de um Preto Velho


quarta-feira, 14 de maio de 2014

Incorporação: Sintomas


 Publicado por: Umbanda No Peito
São alguns, os sintomas da mediunidade de incorporação. É importante conhecer estes sintomas, porque eles se manifestam independente da pessoa saber que é médium de incorporação, ou não. Muitas vezes, este médium começa a se sentir um estranho no mundo, começa a se sentir ou ser chamado de “esquisito”, ou louco. Mas não somos loucos, somos médiuns de incorporação e existem diferenças claras entre loucura e mediunidade.
A pessoa que tem a mediunidade de incorporação latente, adormecida, não lapidada ou mal trabalhada, costuma apresentar alguns sintomas comuns. A grande maioria destes médiuns são muito sem sitivos, com uma grande capacidade de sentir o que outras pessoas estão sentindo, de sentir as dores alheias. Mas também podem sentir, ver e ouvir o que os outros não sentem, não veem e não ouvem. É comum que a mediunidade de incorporação seja acompanhada de outros dons mediúnicos.
Nesta realidade imaterial, tudo é energia, ainda que seja muito real e quase palpável para quem está percebendo o que os outros não percebem.
Alguns pensam que estão ficando loucos por não conseguirem explicar aos outros o que está acontecendo dentro de si, podendo se tornar em pessoas reclusas, introvertidas, estigmatizadas, marcadas e excluídas do convívio social. Se questionam se estão loucos por atraírem para si dores alheias conhecidas e desconhecidas, mas, no fundo, sabem que isto não é loucura e, sim,um fenômeno mal explicado. Grande parte dos médiuns de incorporação tem esta capacidade de atrair, de puxar, a energia que acompanha as pessoas ou os ambientes.
Os sentimentos de dó, piedade e tristeza diante da dor e sofrimento alheio aumentam a capacidade de absorver as energias negativas e enfermiças do outro, o problema é não saber o que fazer com isso depois. Assim, muitos médiuns têm vontade de ajudar e inconscientemente sabem que podem ajudar, no entanto, não sabem como lidar com sua mediunidade e desconhecem recursos e técnicas para lidar com estas situações.
Da mesma forma, estes médiuns evitam encontrar pessoas muito negativas. O resultado é que, depois destes encontros, podem sentir enjoos,moleza pelo corpo, sonolência e outros tipos de mal-estar, como dores de cabeça frequentes e até dores pelo corpo.
Nestes casos, quando procuram os médicos, os seus males não são diagnosticados e suas dores de cabeça não tem origem conhecida. Claro que não podemos confundir sintomas biológicos com desequilíbrios mediúnicos ou mediunidade mal trabalhada.
A grande diferença entre problemas físicos e sintomas mediúnicos é que, com o passar do tempo, o médium sabe que seus males são o resultado de uma situação dentro de um contexto, como encontrar alguém, ir a tal local ou ter passado nervoso.
É comum o médium de incorporação se sentir mal depois de desequilíbrios emocionais. Quando se desequilibra, o médium entra em uma sintonia baixa de vibração e abre seu campo mediúnico, mental e emocional para energias de carga negativa.
Quando está nesta vibração negativa, o médium também acaba sintonizando com espíritos negativos ou negativados como sofredores,  espíritos perdidos e/ou revoltados.
O contrário também é verdade. Assim, a pessoa que tem mediunidade de incorporação pode ficar muito vulnerável a influências externa se, às vezes, acabar tendo um comportamento considerado bipolar. Mas a sua mediunidade não deve ser desculpa para este comportamento. O médium deve procurar um equilíbrio interno para não ficar tão sujeito a estas influências externas.A mente deve assumir o controle da mediunidade. Uma pessoa equilibrada e centrada não fica absorvendo cargas de todos os lugares por onde passa, mas caso isso venha a acontecer, não deve se desequilibrar, deve, sim, perceber que está absorvendo energias negativas e aprender a descarregar-se e encaminhar estas energias. A isto, chamamos de maturidade mediúnica, o quê é resultado de trabalho e educação mediúnica.
Por isso venho, há anos, afirmando que: não basta desenvolver a mediunidade de incorporação, não basta aprender a incorporar espíritos; é fundamental, preciso e necessário passar por uma educação mediúnica, ter cultura mediúnica, estudar e compreender o fenômeno, suas causas e efeitos. É imprescindível um trabalho de autoconhecimento, sentir o que acontece com você e adquirir técnicas para se autotratar, para se limpar energeticamente, descarregar cargas negativas e encaminhar espíritos que possam estar lhe perturbando.

√ POR ALEXANDRE CUMINO
Publicação no Jornal de Umbanda Sagrada | Ed. 156 | Abril/2013

Sessão de caboclos


Consulta e passes com os caboclos.


terça-feira, 13 de maio de 2014

Orixá Pombagira


É claro que uma mulher altiva, senhora de si, segura, competentíssima no seu campo de atuação, seja ele profissional, político, intelectual, artístico ou religioso, impressiona positivamente alguns e assusta outros. Agora, se esse imenso potencial também aflorar nos aspectos íntimos dos relacionamentos homem-mulher, bem, aí elas fogem do controle e assustam a maioria como começam a ser estereotipadas como levianas, ninfomaníacas, etc., não é mesmo?
Liberdade com cabresto ainda é aceitável em uma sociedade patriarcal e machista. Mas, sem um cabresto segurado por mãos masculinas, tudo foge do controle e a sociedade desmorona porque não foi instituída a partir da igualdade, e sim, da desigualdade.
Uma mulher submissa, só acostumada e condicionada a sempre dizer “amem”, todos aceitam como amiga, como vizinha, como colega de trabalho, como namorada, como esposa, como irmã, etc., mas uma mulher questionadora, insubmissa, mandona, contestadora, independente, personalista, etc., nem pensar não é mesmo?
- Pois é!
Não seria diferente em se tratando de espíritos e, para complicar ainda mais as coisas, com eles incorporando em médiuns e trabalhando religiosamente para pessoas com problemas gravíssimos de fundo espiritual.
De repente, uma religião nascente e espírita se viu diante de manifestações de espíritos femininos altivos, independentes, senhoras de si, competentíssimas, liberais, provocantes, sensuais, belíssimas, fascinantes, desafiadoras, poderosas, dominadoras, mandonas, cativantes, encantadoras, cuja forma de apresentação fascinou os homens porque elas simbolizavam o tipo de mulher ideal, desde que não fosse sua mãe, sua irmã, sua esposa e sua filha, certo?
Quanto às mulheres, as Pombagiras da Umbanda simbolizavam tudo o que lhes fora negado pela sociedade machista, repressora e patriarcal do inicio do século XX no Brasil, onde à mulher estava reservado o papel de mãe, irmã, esposa e filha comportadíssimas… senão seriam expulsas de casa ou recolhidas a um convento.
Mas, com as Pombagiras de Umbanda não tinha jeito, porque ou deixavam elas incorporarem em suas médiuns ou ninguém mais incorporava e ajudava os necessitados que iam às tendas de Umbanda.
Só um ou outro dirigente ousava realizar sessões de trabalhos espirituais com as Pombagiras, e a maioria deles preferia fazer “giras fechadas” para a esquerda, para não “escandalizar” ninguém e para não atrair para o seu centro a polícia e os comentários ferinos sobre as “moças da rua”.
Só que essa não foi uma boa solução porque as línguas ferinas logo começaram a tagarelar e a espalhar que nessas giras fechadas rolava de tudo, inclusive sexo entre os seus participantes, criando um mal estar muito grande, tanto dentro do círculo umbandista quanto fora dele.
E ainda que tais fuxicos fossem falsos e maledicentes, não teve mais conserto porque o “vaso de cristal” da religiosidade umbandista nascente havia se trincado, e as “moças da rua” já haviam sido estigmatizadas como espíritos de rameiras que incorporavam em médiuns mulheres para fumarem, beberem champagne, “gargalharem à solta”, rebolarem seus quadris, balançarem seus seios de forma provocante e para atiçarem nos homens desejos libidinosos e inconfessáveis. Para quem não sabe, rameira era o nome dado às prostitutas e às “mulheres de programas” do nosso atual século XXI.
O único jeito de amenizar o “prejuízo religioso” que eles haviam causado com suas “petulâncias” foi tentar explicar que não era nada disso, e sim, que as Pombagiras eram Exus femininos e, como todos sabem, Exu não é flor que se cheire, ainda que seja muito competente nos seus trabalhos de auxílio aos necessitados de socorros espirituais, certo?
Como “mulher de Exu” ou como Exu feminino, ainda dava para deixar uma ou outra incorporar na gira deles, mas já submissas a eles, que ficaram encarregados de zelar pela moral e pelos bons costumes delas…
E aí as giras de esquerda foram sendo abertas timidamente e, pouco a pouco e paralelamente, a sociedade estava passando por profundas transformações sociais, comportamentais e políticas, em que a poderosa Igreja Católica estava perdendo poder e cedendo à sociedade algumas liberdades religiosas.
Quando os militares assumiram o poder nos anos 60 do século XX e logo entraram em choque com alguns setores do catolicismo arraigados na política, então diminui de forma acentuada a intensa perseguição da polícia sobre as tendas de Umbanda.
Somando à liberdade conseguida no período da ditadura, vieram os movimentos feministas que explodiram na América do Norte e na Europa, que conseguiram muitas conquistas para as mulheres.
A par destes acontecimentos, veio a explosão da revolta da juventude, com os Beatles e com Woodstock, que mudaram os padrões comportamentais dos jovens e as relações entre pais e filhos.
Pombagira assistiu a todos esses acontecimentos, que se passaram nos anos 1960 e 1970 e, entre um gole de champagne e uma baforada de cigarrilha, dava suas gargalhadas debochadas, e dizia isto:
- É isso aí, mesmo! Mais transparência e menos hipocrisia!

 √ POR RUBENS SARACENI

Salve os Preto Velho


sexta-feira, 9 de maio de 2014

A técnica da sombra - ARUANDA





"- Há porventura alguma semelhança entre os processos de enfeitiçamento, que presenciamos anteriormente, e o emprego de aparelhos parasitas, como os que aqui são criados pelos espíritos cientistas?
- Embora o uso da técnica ou da nanotecnologia astral, a essência do processo é a mesma, meu filho. Tanto quanto o sapo e os demais répteis, ou ainda os diversificados objetos utilizados na feitiçaria, os aparelhos parasitas se constituem em potentes armazenadores de energia. São transformadores ou acumuladores da intensa força psíquica desencadeada pelos criminosos contra as vítimas de sua agressão. Contudo, há que se observar algo de particular quanto à execução do processo em si. No caso específico dos aparelhos, chips e outros aparatos, produto da tecnologia astralina, não há um correspondente físico, o que lhes confere um certo diferencial estratégico, digamos assim, devido a sua discrição. São instrumentos manipulados diretamente na matéria astral, de acordo com os desenhos e planejamento de seus construtores infelizes."

- Diálogo entre Ângelo Inácio e João Cobú. 
Cap. 11 "A técnica da sombra". Livro Aruanda - Robson Pinheiro.

Prática na mediunidade de Umbanda




Venho observando através dos anos de prática mediúnica umbandista e de direção de terreiro, a enorme confusão que as pessoas fazem em relação a o que pode ou não ser considerado um terreiro de Umbanda.

Infelizmente, esquecendo-se que a premissa básica é a caridade que se pratica no local, o que determina que seja Umbanda, começam a confundir fundamentos com elementos de rito (ou culto), assim, tal qual senhores da verdade e profundos conhecedores, do que não sei até hoje, rotulam os nossos terreiros de umbanda isso, umbanda aquilo, umbanda aquilo outro, como se tivessem o direito de fazê-lo.

Visando auxiliar na minimização de barbaridades que são ditas é que tenho a ousadia, me perdoem os mais velhos, de escrever esse artigo.

Em primeiro lugar é fundamental estabelecermos algumas premissas básicas para o perfeito entendimento do que estou querendo passar e isso diz respeito a diferenciação do que seja “fundamento” de “elemento de rito”.

Fundamento: é tudo que existe velado, ou não, no terreiro que “fundamenta” e direciona o trabalho. Estabelece as linhas de forças trabalhadas e cultuadas, assim como a missão da Casa. Ou seja, interfere e determina o resultado final dos trabalhos realizados. É estabelecido pelo Alto. Exemplo: firmezas ou pontos de força estabelecidos no Congá.

Elemento de Rito: é tudo que existe, velado ou não, que presente ou não, não interfere no resultado final dos trabalhos e nem na missão da Casa. É estabelecido pelo sacerdote.

Clarificado isso, entro agora no ponto que gostaria de falar. O que determina realmente se um terreiro é de Umbanda?

Acredito que já esteja mais do que claro que Umbanda e Candomblé são religiões distintas que guardam muito mais diferenças do que semelhanças. Já o Omolocô, ou Umbanda traçada, ou umbandomblé, ou seja lá o nome que se queira dar a essa forma diferenciada de religião, é que costuma confundir os médiuns iniciantes.

Citarei alguns exemplos, sempre me referindo a umbanda por ser essa a minha religião, das demais nada entendo e nem me vejo na obrigação de entender, já que sou sacerdotisa de umbanda.

Ø na umbanda o atabaque é elemento de rito, ou seja, a presença ou não do atabaque NÃO interfere no RESULTADO final do trabalho. A gira pode ficar, e fica mesmo, mais alegre, mais “vibrante”, mas o resultado final é o mesmo. As entidades incorporam e fazem seu trabalho da mesma maneira.

Ø as roupas (saias rodadas, etc.) são elemento de rito, o fato de serem brancas é que é fundamento, ou seja, se as mulheres trabalham com “baianas” rodadas ou sem roda, ou de jalecos não interfere no resultado final do trabalho. As roupas coloridas podem ser usadas em giras festivas. Vai da preferência do sacerdote.

Ø Sacrifício de animal não é fundamento e muito menos elemento de rito da umbanda, entretanto é e tem fundamento em outras religiões.

Digo tudo isso porque o Centro Espiritualista Caboclo Pery – CECP já foi rotulado de “não umbanda” porque tem atabaques e porque eu uso baiana (saia rodada) e ojá (turbante). Óbvio que tudo isso é elemento de rito!

Já foi rotulado de “umbanda branca” e de “fraquinho” porque não faço sacrifício de animais e nem “devolvo trabalhos” ou faço “trabalhos de amarração”. Isso é mais do que fundamento, é respeito ao livre arbítrio!

Outros já disseram que parece uma igreja evangélica porque uso microfone. Vem cantar num terreiro que tem 153m² sem microfone prá ver se você tem voz no meio da gira!!! Ah!!! O uso do microfone não é fundamento, nem elemento de rito, tá?! E eu sei que Orixá não é surdo, entretanto as pessoas não escutam o que digo e nem o que canto. Bem, eu já fui criticada até por ter ventilador no terreiro!!

Esses simples exemplos servem apenas para ilustrar o que estou querendo dizer, diretamente aos médiuns que estão acostumados a criticar e rotular os terreiros dos outros, pois se acham os donos da verdade e adoram dar “conselhos” aos menos esclarecidos. Ah… Vaidade! Ah… Prepotência!!

É tão fácil e simples saber ou detectar se um terreiro é de umbanda ou não… Há caridade? Não há cobrança por trabalhos, consultas ou passes? Não há sacrifício de animais? Então é umbanda. Fácil, não?

O resto… Bem o resto (quase tudo) é elemento de rito. O que é o “quase tudo”? Pergunte ao seu dirigente, ele certamente sabe!

No mais, vamos tomando nossos banhos, fazendo nossas orações, pegando nossas guias, as toalhas, vestindo nossa roupa branca e vamos trabalhar porque a umbanda precisa é de médiuns mais preocupados em servir do que de juízes. Não acredita em mim? Então pergunta para qualquer preto velho ou caboclo, porque são eles que fazem um terreiro de umbanda.
Postado por GÉRO MAITA às 6:09 PM 

quarta-feira, 7 de maio de 2014

REFLETINDO COM PRETO VELHO

Vou contar-lhes uma pequena estória para auxiliar-vos na reflexão que quero passar.
Refletir é olhar para dentro de Si, sem julga...mentos, sem culpa, sem auto-condenação... Mas com sinceridade, indulgência e tolerância. Perceber no seu mundo Interior aquilo que ainda contribui para que você ainda recaia nos mesmos erros.
Então, meus Filhos, Reflitam! Reflitam!
Era uma vez dois vizinhos, vamos chamá-los de João e Lourenço, tendo suas casas separadas por uma pequena cerca.
João vivia a cuidar do jardim de sua casa. Jardim que se mostrava sempre multicolorido com as mais belas flores. Eram margaridas, rosas, girassóis... Os pássaros, as abelhas, insetos eram presenças constantes. Ali sempre se via João a regar as flores, retirando ervas-daninhas... Enfim, cuidando do seu jardim.
Na casa de Lourenço não se percebia a mesma coisa. Seu quintal era tomado por um matagal, as flores não sobreviviam, pois não podiam competir com a variedade de ervas-daninhas. Lourenço não se importava e não se dispunha a tirar um tempo para cuidar de seu quintal.
João começou a se preocupar com aquilo e decidiu chamar a atenção de Lourenço. Não suportava ver aquele quintal tomado pelo mato e seu vizinho não fazer nada. No fundo não admitia que essa era a escolha de Lourenço.
Deixou suas flores e foi até a cerca e ficava horas tentando convencer Lourenço a ter mais zelo com sua casa, seu quintal. Passaram os dias e ele ali insistindo, tentando convencer Lourenço que não dava ouvidos, achando-o um chato.
Quando João desistiu de tenta convencer seu vizinho, 
levou um grande susto ao voltar-se para seu próprio quintal, 
pois este tinha sido tomado pelo mato e ervas-daninhas, sufocado as flores que morreram todas. Seu quintal tornou-se pior do que do seu vizinho.
Enquanto perdia tempo preocupado com o quintal do outro, tentando ajudar quem não lhe pediu ajuda, esquecia de olhar e cuidar do seu próprio jardim.
Não podemos inverter nossos papéis. Se João continuasse com amor e dedicação a cuidar de seu jardim, chegaria o dia em que a harmonia dele seria tão grande que tocaria seu vizinho ao ponto deste vir lhe pedir ajuda para harmonizar seu. Mas, o que aconteceu, é que João, o vizinho cuidadoso, mas descuidado, foi envolvido pela desarmonia de Lourenço, pensando que estava ajudando-o.
Meus Filhos, quanto mais cuidamos e iluminamos nossa Vida, mais tocaremos os outros, que nos buscarão no momento oportuno.
Quando preocupam com a vida dos outros, passam a querer que o outro viva como vocês gostariam, muitas vezes até vivem a vida dos outros e esquecem de viverem vossas próprias Vidas, sufocando assim, vossa própria Luz.
Busquem ocupar-se com vossas Vidas. Busquem Viver vossas vidas, essa é a melhor ajuda que vocês podem dar aos outros.
Quero enfatizar para aqueles que buscam vivenciar a espiritualidade. Ouçam: se o outro não está vivenciando sua Espiritualidade como você acha que é o correto, da forma como ele está aprendendo...Deixe-o, essa é a vida dele, a escolha dele. A Luz não escolhe, mas separa aqueles que já fizeram suas escolhas.
Se parares para observar e julgar a forma do outro conduzir sua espiritualidade, estarás esquecendo de viver e cuidar da sua.
Espero que todos possam me compreender, pois se venho falar, é por AMOR, SIMPLESMENTE POR AMOR.
Reflitam, meus Filhos! Reflitam!
Que a Luz do Cristo e da Virgem Maria iluminem vossas mentes e vossos corações!

Segurança Mediunica pelo espírito MIRAMEZ

 


O médium que já se candidatou a discípulo de Jesus não fere o companheiro. Procura esclarecer, se não pela palavra, pelo exemplo. Perdoa sem condições, sem anunciar o perdão e abençoa pelo que faz, sem desejar recompensa. O transe mediúnico é ato muito sério, que nos compete analisar. A nossa mente se abre em flor em busca do que desejamos fazer, auxiliando. E o que vem de fora, encontrando sintonia no que está dentro, acasala-se na conjunção da própria natureza, formando algo que nos ajuda ou nos perturba. O médium deve ser reto, nas suas qualidades de pensar, de saber e de sentir.

O não perdão e os processos de cura

Todas as doenças têm origem num estado de não-perdão
Sempre que estamos doentes, necessitamos procurar dentro de nossos coraç
...ões para descobrirmos quem precisamos perdoar.
O conhecido livro Course in Miracles (Um curso em milagres) diz: "Toda doença tem origem num estado de não-perdão" e "Sempre que ficamos doentes, precisamos olhar à nossa volta para vermos a quem precisamos perdoar".
Eu acrescentaria a isso que a pessoa a quem você achará mais difícil perdoar é a DA QUAL VOCÊ MAIS PRECISA SE LIBERTAR. Perdoar significa soltar, desistir. Não tem nada a ver com desculpar um determinado comportamento. É só deixar toda a coisa ir embora. Não precisamos saber como perdoar. Tudo o que necessitamos fazer é estarmos dispostos a perdoar. O Universo cuidará dos "como".
Compreendemos bem demais nossa própria dor. Como é difícil para a maioria de nós compreendemos que eles, sejam lá quem forem, que mais precisam de nosso perdão, também estão sofrendo dor. Precisamos entender que eles estavam fazendo o melhor que podiam com a compreensão, a consciência e o conhecimento que tinham na época.
Quando alguém vem a mim com um problema, não importa qual seja - má saúde, falta de dinheiro, relacionamentos insatisfatórios, criatividade sufocada -, trabalho unicamente numa só coisa, ou seja, em amar o eu.
Aprendi que, quando realmente amamos, aceitamos e aprovamos a nós mesmos exatamente como somos, tudo na vida funciona.
É como se pequenos milagres estivessem em todos os cantos. Nossa saúde melhora, atraímos mais dinheiro, nossos relacionamentos tornam-se mais satisfatórios e começamos a nos expressar de forma plena e criativa. Tudo parece acontecer sem nem mesmo tentarmos.
Amar e aprovar a si mesmo, criar um espaço de segurança, confiança, merecimento e aceitação resultará na criação da organização da sua mente, criar relacionamentos mais amorosos em sua vida, atrair um novo emprego e um novo e melhor lugar para viver, e até permitir que seu peso corporal se equilibre. Pessoas que amam a si mesmas e aos seus corpos não se prejudicam nem prejudicam os outros.
A auto-aprovação e a auto-aceitação no aqui e agora são as principais chaves para mudanças positivas em todas as áreas de nossas vidas.
O amar a si mesmo, amar o eu, começa com jamais nos criticarmos por nada. A crítica nos tranca dentro do padrão que estamos tentando modificar. A compreensão e os sermos gentis conosco mesmos nos ajudam a sair dele. Lembre-se, você esteve se criticando por anos e não deu certo. Tente se aprovar e veja o que acontece
Repita esta afirmação:
"Na infinidade da vida onde estou, tudo é perfeito, pleno e completo.
Acredito num poder muito maior do que eu que flui através de mim cada momento de cada dia.
Abro-me à sabedoria interior, sabendo que existe apenas Uma Inteligência neste Universo.
Desta Inteligência vêm todas as respostas, todas as soluções, todas as curas, todas as novas criações.
Confio nesse Poder e Inteligência, sabendo que seja o que for que eu precise saber é revelado a mim e que seja o que for que eu precise vem a mim na hora, no espaço e na sequência certos.
Tudo está bem no meu mundo".
Louise Hay

Postado por Gero Maita do C.E.U ESPERANÇA 

terça-feira, 6 de maio de 2014

AS ENERGIAS DE MAIO


AS ENERGIAS DE MAIO Mensagem de Jamye Price 2 de Maio de 2014. REVISÃO DE ABRIL Gosto de ver como um ano evolui. Foi-me mostrado que 2014 é o ano da capacitação e que as energias de cada mês iriam desenvolver isto de forma maravilhosa. O ano começou com a energia da liberação em Janeiro, com a força mental em Fevereiro e a coragem e a criatividade do coração em Março e Abril. A Humanidade está entrando em um período de magnificência mais criativa. Em vez de acreditarmos que somos impotentes, a menos que suficiente ação seja realizada (muitas vezes de oposição), o que cria guerras de tipo e tempo infinito, estamos começando a compreender o poder dos nossos corações e mentes. Um coração que Ama facilmente é um forte unificador. Uma mente que se concentra claramente é um definidor, um refinador e um ampliador forte. Nesta energia, nós unimos a nossa própria vida à forma e ao mundo ao nosso redor. Tivemos um pouco de uma jornada difícil, astrologicamente, mas isto pode criar alguma mudança surpreendente. Muitas vezes, é preciso tempo para que a mudança evolua para algo tangível. Isto tira muitos do caminho do foco que acelera a forma. É muito mais fácil se distrair com o barulho da vida, em vez de ouvir a suave voz interior. Abril despertou uma série de feridas profundas que poderiam usar a Luz da cura do seu foco! A Grande Cruz Cardinal, próxima a um ciclo de eclipses, foi um grande catalisador para a cura. No segundo eclipse, eu senti uma energia de mudança iminente que parece bastante positiva. Agora, procurem as pistas da melhoria que estão se formando e se concentrem nela com o seu Amor! AS ENERGIAS DE MAIO Foi-me mostrado Maio como o mês do Espírito Íntimo. Após a chama um pouco intensa de Março e Abril, ficamos com uma doce chama que queima de forma constante e suave para aquecer interiormente. Coragem e paixão (as energias de Março e Abril), muitas vezes, queimam intensamente. Elas podem se inflamar, tendo absorvido todo o oxigênio de uma sala; ou elas podem instigar algo em uma nova forma. O fogo é um transmutador, ele muda as coisas rapidamente e inicia algo novo. Quando vocês honram o fogo, vocês o utilizam para inflamar, aquecer e transmutar com a sabedoria de um coração e mente, capacitados. Tanto a coragem quanto a paixão são valiosas, e, no entanto, elas evoluem para uma compreensão e um impulso que continua a sua energia em uma nova forma. Este é o Espírito Íntimo. A chama do Amor suave e inesgotável que ilumina um caminho, que invoca um foco, a área ao redor dela não muito claramente visível. Vocês são este Espírito Íntimo, incentivando e atraindo a Vida para a clareza da forma. Um componente emocionante que estive percebendo no final de Abril é o controle mental em sua agonia. Esta energia de ruptura da liberação mental continuará por algum tempo, e em um ritmo diferente para cada pessoa, mas estou contente de vê-la chegando a um novo nível de liberação. Lembrem-se de que como coisas como estas mudam. Em primeiro lugar, vocês têm uma experiência fugaz dela, então, isto acontece mais frequentemente e por períodos mais longos, até que seja uma parte natural de sua vida. Quando vocês realmente começam a viver o Amor em sua vida, a sua mente flui com esta corrente. É menos suscetível ao controle externo, á manipulação ou à força. Isto é difícil para muitos imaginarem, porque eles não podem ver além da experiência externa que parece insolúvel em frente deles. Isto é compreensível. É por isto que requer esforço, prática e tempo para realizar a verdadeira mudança mental e emocional em sua vida. Não é um caminho fácil, muitos escolhem a distração e o hábito, em vez do esforço da mudança interna. Abençôo-os pela coragem, Trabalhadores da Luz! Quando vocês honram o Espírito Íntimo, estão apreciando o calor tranqüilo da conexão, observando a vida através do olhar tranqüilo e afetuoso da mudança bem-vinda. Vocês apreciam as sombras que estão expostas na luz. O Espírito Íntimo é a coragem de permitir, a coragem de escolher, a coragem de manter um limite amoroso que serve à capacitação, ao invés da tranqüilidade do momento. O Espírito Íntimo perdoa facilmente, pois há um conhecimento do potencial além do momento e um rompimento invisível com a sua vida e com a matriz da humanidade e Toda a Vida na Terra, quando o seu campo energético está discordante, com raiva e ressentimento. O Espírito Íntimo entrará no espaço mais escuro e resplandecerá uma Luz que ilumina. Os Anjos não temem passar por lugar algum, pois o Espírito Íntimo é muito forte. Forte o suficiente para permitir, forte o suficiente para responder ao chamado do Amor. Esta é a verdadeira capacitação; um equilíbrio da dualidade que nós vemos aqui na terra ao permitirmos e direcionarmos o Amor em suas muitas facetas. RESUMINDO Maio tem a energia de desencadear a nossa capacitação através do foco interior. Para mim, este foi sempre o caminho da Ascensão – cada um de nós se tornando capacitado interiormente, discernindo, escolhendo, percebendo por nós mesmos, enquanto permitimos e ensinamos os outros a fazer o mesmo através do exemplo. É uma fórmula nebulosa e, no entanto, deve ser resolvida interiormente, embora por meio da interação com a Vida. O paradoxo. Em Maio, mais coragem, mais liberação mental e abertura do coração, mais calma interior. Mas vale a pena o esforço.

Oração a Nossa Senhora da Guia


segunda-feira, 5 de maio de 2014

Mediunidade

Olá meus leitores, eu sei que estou em falta com o blog e por isso estou aqui hoje… , para postar um ensinamento muito importante que eu li no JUCA – Jornal de Umbanda Carismática, os créditos são todos do jornal.

angel_of_ascension

O valor da Mediunidade
Para que os irmãos reflitam sobre o valor da mediunidade, vamos relatar uma história acontecida nos planos espiritual e material, respectivamente.
Joaquim, um espírito recém desencarnado, cuja vida na Terra havia sido péssima, fez um pedido aos mentores espirituais de planos mais elevados, rogando desesperadamente nova oportunidade para resgatar as dívidas contraídas na extinta existência corpórea.
Era tão grande seu arrependimento e tanto torturava a própria consciência, que ao pedido feito, suplicava novo corpo físico, em qualquer situação, qualquer tipo de existência por pior que fosse: poderia encarnar-se como louco, cego, aleijado, mudo, idiota, canceroso, leproso, morfético, fosse o que fosse, pouco lhe importaria.
Submeter-se-ia com resignação, mas desejava vir novamente à Terra e para isso suplicava de joelhos. Levado seu pedido ao alto, Deus em sua infinita misericórdia, avaliou seus rogos seu desejo e atendeu-o. Dar-lhe-ia nova oportunidade para reencarnar-se, porém, dizia a permissão que o filho pedinte não necessitaria descer à Terra com defeito físico, doenças ou perturbações mentais.
Apenas uma condição era-lhe imposta: que nascesse na Terra como homem normal, mas viria como médium e comprometer-se-ia a prestar a caridade quatro horas por semana, durante trinta anos, ou seja dos vinte até a idade de cinquenta anos. Feito isso, suas dívidas estariam saldadas. Aceitou, é claro, chorando de alegria. E reencarnou-se. Até os vinte anos de idade tudo foi normal. Daí em diante desabrochou-lhe a mediunidade. Passou então a frequentar um centro espírita, trabalhando duas horas na terça-feira e duas horas no sábado. Assim foi levando placidamente sua existência e até se casou. Voltemos, agora ao plano espiritual.
Quarenta anos depois do nascimento de Joaquim, os mentores espirituais depararam um outro irmão, há pouco desencarnado, necessitando de socorros urgentes. Para tanto, tinham de recorrer a um médium na Terra, que fornecesse fluidos vibratórios materiais para sintonizar com a vibração grosseira daquele espírito em desespero a fim de ser aliviado em seus sofrimentos morais, após a necessária doutrinação. Um dos mentores, então, se lembrou do Joaquim, o irmão que fizera o requerimento pedindo para encarnar-se nas piores condições possíveis, mas que por bondade de Deus, apenas lhe fora imposta a faculdade mediúnica com a finalidade de ressarcir os males semeados. Sim, o Joaquim era a pessoa indicada, porque deveria estar em plena atividade, já até fortalecido em seu dom e ser-lhes-ia útil naquela emergência.
Consultada sua ficha cármica, comprovaram o fato. Daí, resolveram conduzir aquela alma sofredora até o médium, para que, com sua mediunidade de incorporação, ajudasse o irmão aflito e angustiado. E levaram-no até o centro onde o médium compromissado deveria estar atuando, pois era um sábado, dia de sessão.
Chegando ao centro, os mentores viram outros médiuns, menos o Joaquim…
Um deles disse apreensivo:“Talvez esteja doente… vamos até sua residência e apliquemos-lhe passes magnéticos para revitalizá-lo, neutralizando algum mal-estar de que porventura tenha sido acometido.”
Verificada a ficha do centro, anotaram-lhe o endereço e para lá rumando. Antes, porém, deixaram o espírito perturbado entregue aos outros médiuns daquele templo.
Ao chegarem ao lar do Joaquim, encontraram-no. Lá estava ele deitado em uma rede, ocioso e indiferente, tomando uma cerveja. Surpresos, os mentores espirituais ainda ouviram a esposa do médium irresponsável perguntar-lhe por que não fora ao centro, pois era dia de sessão. O marido respondeu que fazia muito calor e ele já estava cansado de ficar horas e horas a atender irmãos que compareciam ao centro para aborrecê-lo…
Um dos mentores observou: “Não foi este que pediu para reencarnar-se como louco, cego, mudo, aleijado, idiota, leproso, canceroso, morfético ou o que merecesse, desde que lhe fosse permitido reencarnar-se em novo corpo físico?!… E Deus, na sua infinita benevolência, tão somente lhe impôs a condição de servir como médium, trabalhando quatro horas por semana, dos vinte até os cinquenta anos de idade… e só isso?! … ele está agora com apenas quarenta anos de vida terrena!”
“É verdade” – afirmou o outro e ambos tristes, compadecidos do irmão médium, se retiraram. Adivinhem o que irá acontecer ao Joaquim, quando novamente regressar ao dos espíritos!
Aí está, meus irmãos, a responsabilidade do médium.
Reflitam e muito cuidado para não incidirem no mesmo erro do Joaquim.
Retirado do livro “Mediunidade e seus problemas” de Edson Orphanake.
JUCA – Jornal de Umbanda Carismática.

Riqueza


Dinheiro
Tenho a intenção de processar a revista “Fortune”, porque fui vítima de uma omissão inexplicável. Ela publicou uma lista dos homens mais ricos do mundo, e nesta lista eu não apareço. Aparecem: o sultão do Brunei, os herdeiros de Sam Walton e Mori Takichiro.
Incluem personalidades como a rainha Elizabeth da Inglaterra, Niarkos Stavros, e os mexicanos Carlos Slim e Emilio Azcarraga.
Mas eu não sou mencionado na revista.
E eu sou um homem rico, imensamente rico. Como não? Vou mostrar a vocês:
Eu tenho vida, que eu recebi não sei porquê, e saúde, que conservo não sei como. Eu tenho uma família, esposa adorável, que ao me entregar sua vida me deu o melhor para minha; filhos maravilhosos, dos quais só recebi felicidades; e netos com os quais pratico uma nova e boa paternidade.
Eu tenho irmãos que são como meus amigos, e amigos que são como meus irmãos. Tenho pessoas que sinceramente me amam, apesar dos meus defeitos, e a quem amo apesar dos meus defeitos. Tenho quatro leitores a cada dia para agradecer-lhes porque eles lêem o que eu mal escrevo. Eu tenho uma casa, e nela muitos livros (minha esposa iria dizer que tenho muitos livros e entre eles uma casa).
Eu tenho um pouco do mundo na forma de um jardim, que todo ano me dá maçãs e que iria reduzir ainda mais a presença de Adão e Eva no Paraíso. Eu tenho um cachorro que não vai dormir até que eu chegue, e que me recebe como se eu fosse o dono dos céus e da terra.
Eu tenho olhos que vêem e ouvidos para ouvir, pés para andar e mãos que acariciam; cérebro que pensa coisas que já ocorreram a outros, mas que para mim não haviam ocorrido nunca.
Eu sou a herança comum dos homens: alegrias para apreciá-las e compaixão para irmanar-me aos irmãos que estão sofrendo. E eu tenho fé em Deus que vale pra mim amor infinito. Pode haver riquezas maiores do que a minha? Por que, então a revista “Fortune” não me colocou na lista dos homens mais ricos do planeta?
E você como se considera? Rico ou pobre?
Há pessoas pobres, mas tão pobres, que a única coisa que possuem é… DINHEIRO.

http://umbanda-sete.blogspot.com.br/

Julgar o passado


Passado


Só quem constrói o futuro tem o direito de julgar o passado
Em geral, quem constrói o futuro está muito ocupado para julgar o passado. Desde pequenos, quando recebemos notas na escola, nos acostumamos com avaliações e julgamentos. Ao julgarmos o passado - de uma época ou de uma pessoa -, sentimos a falsa segurança de ter fechado uma porta.
Ao mesmo tempo, todo julgamento esconde o orgulho de quem se considera dono da verdade. Também revela grande insegurança. De sua posição inatingível, aquele que julga se comporta como soberano e crítico das ações alheias.
Como a vida é um caminho para a frente, é muito mais produtivo construir o que vai acontecer do que analisar o que já passou, como nos diz Nietzsche. Além disso, as pessoas que agem estão livres de preocupações, que normalmente ocupam a cabeça das que não se movem.
Podemos observar o mundo de duas maneiras: virando a cabeça para trás ou prestando atenção no que temos à nossa frente.
E você? Que caminho prefere?
Retirado do livro Nietzsche psrs estressados de Allan PercyCréditos: JUCA - Jornal de Umbanda Carismática.