Deus é Amor

Deus é Amor
Cabana da Esperança

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Desenvolvimento Mediúnico?

Salve Salve Adeptus
Sabemos o quanto é complicado para um médium em desenvolvimento mediúnico reconhecer se esta incorporado de seu guia, essa duvida é muito comum, mas é também muito bem abordada por vários outros autores médiuns e sacerdotes de umbanda, porem essa será sempre uma duvida que vai rodear em nossas cabeças, pois é um processo no qual devemos passar nesse momento.

Mas como podemos nos entregar para um guia que às vezes mal sabemos se realmente estão ali e às vezes nem sabemos quem são eles?

A resposta é. O que isso realmente vai importar sendo que o mais importante aqui é saber se estamos nos auto conhecendo e buscando melhorar aquilo que achamos não ser bom para nós ou para nossos irmãos?

O desenvolvimento mediúnico é um processo que não envolve somente a mediunidade, mas também um auto conhecimento, onde são mostrados em cada passo quais são nossos medos, nossas fraquezas e defeitos, mas também é um processo onde enxergamos nossas qualidades e virtudes, não existe somente uma conexão com nossos guias que esta ocorrendo neste momento, mas sim um “religar” com o Criador, veja, se estamos falando de Deus, estamos falando também de nos, do nosso EU, porque assim como escrevemos D-EU-S estamos dizendo “EU”, ou seja, uma parte do Criador.

Ao desenvolver-se estamos conhecendo este EU, estamos procurando melhorar a cada dia aquilo que temos dentro de nos e expor para fora aquilo que temos de ruim. O desenvolvimento, não serve apenas para incorporar nossos guias ou para desenvolver qualquer outra faculdade mediúnica, desenvolver-se é envolver-se em Deus, é envolver-se em si, é conhecer cada detalhe do seu corpo e espírito, é saber reconhecer nossas sombras e lidar com elas, e não reprimir suas vontades sabendo aceita-las e trabalha-las de forma positiva.

A cada dia de trabalho mediúnico é mais um dia que estamos aprendendo sobre nos, é mais um dia que estamos aceitando quem nos somos, é descobrir um universo totalmente novo que para nos é sempre um desafio cheio de questionamentos, pois somos assim 'complicados' e por sermos tão complicados que passamos por mais e mais questionamentos e deixamos de sentir, de nos sentir. Por isso eu recomendo, viva intensamente esse momento de Desenvolvimento Mediúnico, viva, viva mesmo, questione sim, mas acima de tudo SINTA, pois é nesse momento que você ira descobrir coisas incríveis sobre você e sobre o Deus que há em você.

O Responsável por não Crescermos

Texto escrito originalmente por Cussa Mitre

TV ligada, o fone com a música rolando, o computador ligado. Facebook, Twitter, e-mail, Youtube. O cachorro latindo. A vizinha gritando com a filha, que está correndo. O cheiro de um bife sendo frito entrando pela janela. Seu pai/mãe/esposa/filho que te pede algo.
São muitos os possíveis "motivos" para não darmos atenção para a nossa espiritualidade. Muitos são apresentados, como alguns dos acima. Mas até onde você é capaz de resistir as situações adversas para se dedicar a pessoa mais importante no mundo: você próprio?
Eu mesmo sou um exemplo disso: durante muito tempo acabei me afastando da minha espiritualidade. Os motivos que eu apresentei foram os mais variados. Era um compromisso inadiável, e eu faço o exercício outra hora. Chegava em casa do compromisso muito "cansado", e adiava o exercício. No dia seguinte, nem me lembrava que havia adiado o exercício.
Mas o Universo sempre tem um plano, e nós temos nosso livre arbítrio. Durante muito tempo eu ouvi um ditado: "Quem quer, dá um jeito. Quem não quer, arruma uma desculpa". E comecei a pensar sobre isso na minha vida espiritual. E parei para analisar minhas próprias atitudes. Sobre como eu encarava os meus afazeres profanos e minha vida sagrada.
Percebi logo de cara sobre como o meu trabalho possuía uma importância absurda em minha vida. Não que eu ache que não devemos dar valor ao trabalho. Mas quantas vezes eu simplesmente virei noites e noites por ter que cumprir os prazos? Várias. Quantas noites eu fiz o mesmo para executar os meus exercícios? NUNCA.
Depois fui analisar minha "diversão". Percebi que não importava o quão cansado eu chegava em casa, sempre havia um ânimo para jogar um video-game, entrar no Facebook, etc. Mas nunca havia ânimo para sentar e praticar meus estudos.
Eu poderia citar várias coisas, mas acho que já consegui passar a mensagem e demonstrar o meu ponto: em grande parte do tempo, pela maioria das pessoas, o sagrado tem menos importância que o profano.
Nos últimos dias, várias coisas aconteceram em minha vida que me fizeram parar e analisar cuidadosamente minha vida. Várias conversas, situações e ideias me levaram a ponderar a importância que eu dava para minha vida.
Fui reler uma monografia de uma das ordens que faço parte e ela fala sobre escrever um texto pensando o que seria dito sobre você quando você morresse. E pensei: não há nada a dizer sobre mim! Foi um cara que fez ótimos trabalhos, mas que alguém irá dar continuidade. Teve uma vida feliz com a mulher. Não ligava muito para família. Achava que era plenamente feliz.
Errado. Sempre há algo que sentimos incompleto. Isto porque nosso sagrado sempre anseia por crescer. Quando estamos estagnados, além de não crescer, acabamos por "diminuir".
Pare e repense em todas as suas prioridades, sobre o que você realmente julga importante. Sobre como sua vida deve ser regida. E lembrem-se: ser um mago é saber viver uma vida Sagrada com algumas atividades profanas, e não o contrário.
Ah! E só para exemplificar o que eu falei sobre o ditado: há algum tempo eu estava tentando trazer os cursos do Marcelo Del Debbio para o Rio. Minha ideia era trazer principalmente o curso de runas. Falei com algumas pessoas que estudam Odinismo / Asatru. Ouvi muitas respostas do tipo: "Já sei o suficiente", "Não acho que eu tenha alguma coisa para aprender", "Já li livros suficientes", "Não acho que eu vá aprender alguma coisa", "Acho muito perigoso mexer com runas". Pois bem, vários deram suas desculpas. Eu dei um jeito: comprei uma passagem e fui para São Paulo fazer o curso. E posso afirmar: para todos àqueles que arrumaram várias desculpas, perderam. Perderam a oportunidade de crescer. Conhecimento nunca é demais.
"O Sol está sempre brilhando. Mesmo quando as nuvens estão densas, ele ainda está lá. Não importa se você não consegue mais ver o seu próprio brilho interior. Isso são apenas algumas nuvens que o encobriu. E apenas você tem o sopro sagrado para afastá-las e ver o explendor da beleza interior."

SEGURANÇA MEDIÚNICA

João Nunes Maia – MIRAMEZ

A posição de um médium em uma reunião requer muito cuidado e observação, tanto perante os assistentes quanto perante a sua própria consciência. O fenômeno que se chama repercussão é coisa muito séria em relação ao equilíbrio do próprio médium. A experiência nos faz compreender que todo trabalho de caráter sério busca na ciência e nos fatos compreensão profunda do seu exercício, para que não venhamos a ser cegos conduzindo cegos, ambos caindo nos despenhadeiros.
A posição do médium deve ser correta, de modo a ampliar todos os conhecimentos estudados com as experiências oriundas de seus próprios exercícios espirituais.
Nunca te enveredes por caminhos escolhidos afoitamente. Lembra-te de que muitas cabeças poderão formar diretrizes com maiores possibilidades de acertar. Uma das coisas essenciais para o medianeiro, em qualquer função espiritual, é a humildade, sem que esse gesto se transforme em fraqueza. A modéstia deve ser enriquecida com os valores da compreensão.

Mensagem do Caboclo Aymoré


Sete Linhas da Umbanda



Ao contrário do que muitos pensam as Sete Linhas de Umbanda Sagrada não são sete Orixás. . Mas o que são então? São as Sete Irradiações de Deus, já há muito tempo conhecidas pela humanidade, ou não é verdade que nos deparamos com a tradição dos “sete raios”, veneração ao “Setenário Sagrado”, uso magístico das “Sete chamas Sagradas”, “Sete Cores do Arco- íris, “Sete Chacras” etc. Cada um afinado em uma das sete vibrações originais.
Assim são as Sete Linhas de Umbanda, são Sete Irradiações Divinas que se projetam e recobrem todo o nosso planeta formando sete telas planetárias que estão em tudo e em todos os lugares ao mesmo tempo. Cada uma delas assume uma qualidade, uma essência e um elemento.
E o que vemos é que cada Orixá que tem também sua qualidade e seu elemento se assentam nestas Sete Linhas de Umbanda de tal forma que para cada linha temos dois Orixás Maiores, um masculino e um feminino a nos irradiar o tempo todo estas qualidades Divinas onde:
Primeira linha : Linha da Fé (Cristalina) onde os Orixás Oxalá e Oyá a irradia;
Segunda Linha: Linha do Amor (Mineral) onde os Orixás Oxum e Oxumaré a irradia;
Terceira Linha: Linha do Conhecimento (vegetal) onde os Orixás Oxóssi e Obá a irradia;
Quarta Linha: Linha da Justiça (Fogo) onde os Orixás Xangô e Iansã a irradia;
Quinta Linha :Linha da Lei (Ar) onde os Orixás Ogum e Egunitá a irradia;
Sexta Linha : Linha da evolução (Terra) onde os Orixás Obaluaiyê e Nanã a irradia;
Sétima Linha: Linha da geração (Água) onde os Orixás Yemanjá e Omulu a irradia.
E da mesma maneira que os nossos Orixás se assentam nestas Linhas todas as outras Divindades também, pois se Oxalá irradia a Fé, do mesmo modo também a irradia o Deus Apólo dos Gregos, o Deus Amom-Rá dos egípicios, o Khrishina dos hindús e de forma intermediária nosso Cristo Jesus ou Maytréa só para comentarmos esta linha de Umbanda.
 Espero ter esclarecido um pouco o que realmente são as Sete Linhas de Umbanda Sagrada. Parece complicado mas com atenção e amor irão entender melhor.
 √ POR ALEXANDRE CUMINO

A luz da Fé no sofrimento

A luz da fé não nos faz esquecer os sofrimentos do mundo. Os que sofrem foram mediadores de luz para tantos homens e mulheres de fé; tal foi o leproso para São Francisco de Assis, ou os pobres para a Beata Teresa de Calcutá. Compreenderam o mistério que há neles; aproximando-se deles, certamente não cancelaram todos os seus sofrimentos, nem puderam explicar todo o mal. 

A fé não é luz que dissipa todas as nossas trevas, mas lâmpada que guia os nossos passos na noite, e isto basta para o caminho. Ao homem que sofre, Deus não dá um raciocínio que explique tudo, mas oferece a sua resposta sob a forma duma presença que o acompanha, duma história de bem que se une a cada história de sofrimento para nela abrir uma brecha de luz. Em Cristo, o próprio Deus quis partilhar connosco esta estrada e oferecer-nos o seu olhar para nela vermos a luz.

O sofrimento recorda-nos que o serviço da fé ao bem comum é sempre serviço de esperança que nos faz olhar em frente, sabendo que só a partir de Deus, do futuro que vem de Jesus ressuscitado, é que a nossa sociedade pode encontrar alicerces sólidos e duradouros. Lumen Fidei, 57

Diga não ao preconceito.