Deus é Amor

Deus é Amor
Cabana da Esperança

terça-feira, 20 de maio de 2014

Os Ciclos e a Evolução

A vida é repleta de sinais claros sobre como devemos nos portar e agir para evoluir. Mas vejo pessoas questionando qual o seu verdadeiro caminho, o que devem fazer para cumprir sua missão, aquilo que foi acordado no astral. E a resposta sempre é muito simples: VIVER de forma natural e tranqüila, compreendendo quais são nossas reais conquistas, já que somos eternos.
Geralmente, quando caminhamos rumo a nossa evolução estamos tranqüilos e conscientes de que nunca estamos sós. Podemos ter muitos afazeres, mas os realizamos alegre e calmamente. Alguns ‘adultos’ perderam o prazer de viver, pois acreditam que somente sofrendo estão trabalhando. Acham que a maturidade é penosa, que todas as crenças e aprendizados de sua infância e juventude eram ilusões inúteis. Estão em desentendimento com eles mesmos.
A evolução é como uma escada, cada degrau apoia o próximo. Como chegar ao Céu sem valorizar o mais simples degrau próximo a Terra? Impossível. Esta estrutura é interna ao nosso Ser. Em cada fase de nossa vida aprendemos o que é necessário para fortificar nossos degraus, solidificando assim nossa escada. O que aconteceria se a cada nova fase nós destruíssemos os degraus anteriores?
O que passamos (em uma só experiência) neste plano material: encarnamos, nascemos, crescemos, amadurecemos, envelhecemos e desencarnamos, este é o ciclo mais utilizado. Vamos falar sobre cada fase natural (bem resumido):
• Encarnar: nosso espírito é preparado para acoplar em um corpo físico, que nos foi gerado por um pai e uma mãe, percebemos o que nos rodeia, mas como nossa consciência foi nublada não compreendemos, apenas absorvemos;
• Nascer: após algum tempo, quando já estamos devidamente harmonizados com nosso novo corpo, nascemos. Muitas sensações, contato com o mundo denso e nossa semi-consciência vai adaptando nossos sentidos, buscando interpretar o que nos cerca. Somos instintivos;
• Crescer: num primeiro momento somente conseguimos assimilar aquilo que é concreto, que é real aos cinco sentidos básicos (tato, olfato, paladar, audição e visão), ainda estamos aprendendo a lidar com nosso corpo. Temos uma percepção de quais sensações nos agradam e quais não. Esta dualidade vai aprimorando nossos sentimentos. Somos intuitivos. Em seguida passamos a perceber as emoções; descobrimos que entre os extremos existem nuances (ex.: entre o branco e o preto, existem muitos tons de cinza; entre o grande e o pequeno…; entre o doce e o amargo…, etc.). Nos tornamos sensitivos, e começamos a perceber o sentimento daqueles que nos cercam, conseguimos interagir socialmente de forma mais clara, e com muita ingenuidade. Até aqui somos guiados pelos, teoricamente, mais experientes;
• Amadurecer: trilhamos nossos caminhos, tentando harmonizar os nossos sentidos com os daqueles que nos cercam. Não somos mais totalmente guiados, e ter que descobrir o próprio caminho gera grandes incertezas: “qual a melhor decisão?”, “será que estou correto?”. Quando alguém não compreende nossas dúvidas, ficamos irritados, e até revoltados. Mas a vida continua e vamos aprendendo a lidar com as decisões. Nos fortificamos. Chegamos a um ponto em que acreditamos poder decidir pelos outros, mas isto faz parte de nossa evolução, ainda não sabemos tudo o que precisamos. A vida bem ‘vivida’ nos proporcionará. Este é o momento de ter a experiência de ser pai ou mãe e aprender a “amar ao próximo como a si mesmo”, respeitando o livre arbítrio do outro, função primordial da criação. E vem a flexibilidade;
• Envelhecer: a memória revisita nossos caminhos, nossas decisões e passamos a compreender melhor nossas trajetórias. Nossas consciências ganham um grande impulso. Isto ocorre quando continuamos percebendo nosso instinto, intuição, sentimento e força, com flexibilidade e respeito por tudo e todos que nos cercam. Atingindo a sabedoria, que ‘somente’ é: conhecer de forma equilibrada e ordenada, com amor e respeito, o que fazer para gerar no outro aquilo que já foi gerado em si mesmo;
• Desencarnar: ao vivenciar tudo o que é necessário para o nosso aprimoramento (alguns sequer precisam passar por todo o ciclo), desencarnamos e voltamos ao plano espiritual, levando conosco nossas verdadeiras conquistas, nossa escada com mais alguns sólidos degraus.
Reencarnar é uma forma de nossa consciência revisitar nossas fases. Assim temos a oportunidade de, em poucos anos, passar por experiências que poderiam levar séculos ou milênios no astral. A vida do encarnado ‘imita’ as fases da vida espiritual (nascer, crescer, amadurecer, etc.). Pois um dia fomos gerados por nossos Pais e Mães Orixás Ancestrais, e evoluímos passando pelos planos: fatoral, essencial, elemental, dual, encantado, até chegar aqui no plano natural e no futuro atingir o celestial.
O quando chegaremos lá não é importante e vai depender de nossas realizações. O senso comum costuma dizer que a idade faz a transição de fase. Isto é um erro grave. Não é a quantidade de tempo que passamos em cada fase que nos diz quando podemos ir para a próxima, mas a qualidade daquilo que realizamos e aprendemos.
Durante a vida podemos nos traumatizar, nos amarrar em determinada fase, impedindo o progresso natural para a próxima. O que demonstra uma falha na construção de um degrau. Assim nas giras de Umbanda apresentam-se entidades que trazem de forma potencializada, a consciência e a energia de cada fase de nossa evolução. E se nos permitirmos interagir com estas entidades, os laços que nos impedem de viver plenamente serão desatados. De acordo com nossos merecimentos e nossas necessidades. Sem milagres.
Por exemplo: as crianças que se apresentam na Umbanda, são espíritos Encantados (5º Plano da Vida), ou que no máximo, encarnaram duas vezes, mas nunca atingiram o amadurecimento. Estes espíritos irradiam uma energia muito pura, trazem a verdadeira ingenuidade, desagregam os negativismos daqueles que ‘brincam’ com eles. Liberando centros energéticos nos corpos físicos e espirituais, permitindo a evolução sustentada.
Tudo tem um real motivo. Ao seguir nossa Paz interior, observando o que nos rodeia, compreendemos que nada é acaso. Valorizamos todos os detalhes. Priorizamos a forma com que trilhamos o caminho, como construímos nossa escada. Com prazer elevamos nossas conquistas e auxiliamos outros a subirem, nos tornando verdadeiros instrumentos de Deus.
√ POR ALEXANDRE N. GIMENEZ
http://umbandista.com.br/os-ciclos-e-a-evolucao-2/

segunda-feira, 19 de maio de 2014

A Missão da Umbanda - Ramatís



O crescimento da umbanda, o processo de inclusão social do culto nascente, na coletividade
urbanizada após o período colonial, é movido por refinada psicologia do Astral superior.
Oportuniza indispensável refrigério para almas desafetas desde idos remotos - dominados e
dominadores, escravos torturados e senhores despóticos -, equilibrando a balança da justiça
cósmica, que determina o ciclo carnal como abençoado desbaste das inferioridades espirituais. O
que aos vossos olhos parece desventura, é justa experiência retificadora para espíritos rebeldes que
extrapolam as estreitas portas das religiões terrenas; são retalhos que estão vagarosamente sendo
costurados na colcha que religará os espíritos com o Eterno.
A compreensão da origem cósmica da umbanda, de seu esoterismo e gênese, fortalecerá a
convergência de todas as doutrinas na Terra, expressadas nas escolas orientais e ocidentais.
Mudam os nomes, permanecem por ora os preconceitos, mas a essência divina é uma só,
independentemente de como os homens a denominam em sua estreita religiosidade. Tudo se
transforma no Cosmo, e nada é definitivo. Cada vez mais os rituais externos voltam-se para o
interno. Por sua vez, os filhos da fé umbandista, interiorizando-se, descobrem aos poucos o Deus
vivo dentro de cada um, levando-os inexoravelmente a concluir que Ele em tudo está e tudo é. Esse
estado de consciência, de todos no Um e um no Todo, acalma as consciências, fazendo-as concluir
que só de mãos dadas, cultivando o amor, é possível se libertarem da prisão das reencarnações
sucessivas.
Ao mesmo tempo, do Alto, provindo do triângulo fluídico que sustenta a umbanda - formas
astrais de pretos velhos, caboclos e crianças -, condensam-se os sete raios cósmicos, ditos orixás,
aspectos do Incriado, espargindo suas vibrações divinas sobre todos os terreiros, manifestando-se
nos médiuns por intermédio dessas entidades estruturais e, ininterruptamente, abrigando no plano
oculto todas as formas utilizadas pelos espíritos para se manifestarem no meio denso. Os orixás
propiciam a manifestação do Incriado nos planos concretos das formas, interpenetrando e se
fazendo sentir por meio dos corpos sutis e chacras dos terrícolas, condição indispensável à
evolução da coletividade espiritual retida no Planeta Azul.
É missão da umbanda ser instrumento de iluminação e despertar o Cristo interno,
mostrando que a potencialidade para encontrar o caminho e a verdade do espírito imortal está
dentro de cada um de seus filhos de fé. Não se mostra como o único caminho, ou mais um tratado
doutrinário definitivo; serve sim como mediadora na Terra para auxiliar os que buscam a união
com o Divino.


Postado por GÉRO MAITA às 10:52 AM

Sua felicidade só depende de você.



Sobre a absurda decisão do juiz que afirma que Umbanda e Candomblé não são religiões.

Nenhuma notícia recente, causou tanta comoção entre os seguidores dos cultos afros, como a decisão do juiz Eugenio Rosa de Araujo, da 17a Vara Federal do Rio de Janeiro.

O juiz decidiu não acatar denúncia do Ministério Público Federal contra os programas de Rádio e TV que estimulam a perseguição religiosa, alegando que a Umbanda e o Candomblé não são religiões.

E isso, apesar das provas insofismáveis de que tais vídeos dito evangélicos no Youtube realmente são ofensivos às religiões afros, onde pastores incitam seus seguidores a fecharem os terreiros de seus bairros.

Onde errou o juiz na sua decisão? Vamos por partes. 

O cunho da ação não era para conceituar o que é ou não religião. A ação pretendia tão somente, impedir a veiculação de vídeos que incitam a discriminação religiosa e a violência contra os seguidores da Umbanda e do Candomblé. 

Foi isso que pretendeu o Ministério Público Federal em sua atuação com fiscal da lei. Mais nada. Em nenhum momento desejamos que a Justiça julgasse se a Umbanda e o Candomblé são religiões. Apenas pediu-se a proibição da veiculação dos vídeos discriminatórios.

O juiz, que deveria se ater no julgamento à denúncia de discriminação, resolveu ultrapassar a questão a ser julgada. Pior do que isso: desviou-se da questão principal - a discriminação - e concentrou-se em análises antropológicas de cunho religioso, ignorando o foco principal: o vilipêndio religioso.

É óbvio que, para todos nós, que lutamos tanto contra a discriminação e a falta de respeito por parte de fanáticos religiosos das seitas eletrônicas, a decisão do juiz Eugenio Rosa de Araujo, da 17a Vara Federal do Rio causa espanto. É um desastre!

Primeiro, porque ao em vez de decidir sobre a questão lhe foi apresentada (o vilipêndio religioso), o juiz optou por divagar sobre o que seria religião.

Não levou em conta o que diz a nossa Constituição. Não levou em conta também a legislação federal que estabelece como dever do Estado e da sociedade garantir a igualdade, reconhecendo a todo cidadão brasileiro, a defesa de sua dignidade e seus valores religiosos e culturais (Lei 12.288/10)

E mais: não levou em conta a existência da Umbanda e do Candomblé, como religiões impiedosamente perseguidas ao longo de décadas.

Nos últimos 30 anos, umbandistas e candomblecistas sofreram - e sofrem - cruelmente, ofensas de igrejas eletrônicas, ditas evangélicas, que utilizam os horários das concessões públicas de Rádio e TV, sob o beneplácito da agencia reguladora do governo federal, a Anatel, que não faz cumprir a Lei Geral das Comunicações, que proibe essa prática.

Como está salientado no recurso contra a decisão do juiz, desconsiderou-se "por completo a noção de que as religiões de matrizes africanas estão ancoradas nos princípios da oralidade, temporalidade, senioridade, na ancestralidade, não necessitando de um texto básico para defini-las".

Nos próximos dias, milhares de umbandistas e candomblecistas estarão mobilizados contra essa decisão judicial, que poderia ser classificada como equivocada, num país dito democrático, que se propõe a respeitar as diversidades.

A reação pacífica dos umbandistas e candomblecistas chegarão às ruas. Em todo país, irmãos de fé deverão se posicionar contra a absurda decisão do Juizado da 17a Vara Federal do Rio de Janeiro.

Por outro lado, vivemos numa democracia. E será graças a ela, que será questionada esta surpreendente decisão judicial.

O primeiro ato será na Associação Brasileira de Imprensa nesta 4a feira às 17 horas, na Rua Araujo Porto Alegre, 71, no Centro do Rio de Janeiro.

E temos certeza, de que outros atos de protesto serão organizados no resto do país.

Para os irmãos que moram no Rio de Janeiro, sua participação é indispensável.




Fotos da festa de Preto Velhos








Libertação espiritual.




Jesus ensinou as reações mais afins à libertação espiritual, quando assim exclamava: “Se te tirarem a túnica, dá-lhe, também, a camisa”, “Ama o próximo como a ti mesmo”, “Faze aos outros o que queres que te façam” e “Se teu adversário obrigar-te a andar uma milha, vai mais uma com ele”. Assim esquematizou perfeitamente o desprendimento total e necessário das nossas concepções comuns e egoístas do mundo físico, demonstrando a conduta imprescindível para o espírito poder libertar-se do jugo fascinante, mas ilusório da matéria.
Não basta essa vivência tão sacrificial e desprendida, mesmo que o homem doe tudo de si a outrem, caso ele ainda não esteja possuído de tanta humildade, que possa perdoar a todos os seus adversários e autores de sua própria infelicidade. Zombado, escarnecido, caluniado e infamado pelas ingratidões de amigos mais estimados, dominados pelo orgulho, vaidade, ciúme, ambições, inveja e avareza, ainda é preciso que o iniciado na didática do Evangelho tenha consciência do benefício e do seu martírio opondo à sua chancela límpida de ressentimento, de perdoar tanto quanto o Cristo perdoou.

(Obra: O Evangelho a Luz do Cosmo, 9ª, Edição, pagina 177.)

Fonte : http://www.triangulodafraternidade.com/

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Livre Arbítrio – Senhor 7 Encruzilhadas

Há leis imutáveis criadas desde o início do universo, essa é uma das principais direcionadas à todas as criaturas, seja em instinto ou raciocínio. Ninguém tem o direito de escolher por ninguém, seja Exu, Caboclo, Preto-Velho e outros trabalhadores.
Abrace, carregue no colo se for necessário, dê conselhos de verdade e sabedoria mas respeite a individualidade do espírito, cada qual com seu grau de entendimento e evolução.
Isso sim fará a diferença na escolha, a vida é uma escola somos meros instrutores espirituais e cabe a cada um seguir seu caminho e suas escolhas. Exus são amigos de todos, trabalhadores, protetores e soldados e não manipuladores de almas.
Não confunda Exus com espíritos zombeteiros , eguns e obsessores que se aproveitam do charlatanismo de seus aparelhos.
Senhor 7 Encruzilhadas

√ POR ANDRÉ LUIZ / RIO DE JANEIRO

Mensagem de Dr. Bezerra de Menezes




A GRANDE CRISE!

...Jesus volta para convidar-nos à compaixão.
Se não puderdes perdoar, pelo menos, desculpai aqueles
 que vos ferem, que vos magoam, e se não tiverdes forças
 para desculpar, pelo menos, permiti que a compaixão
 aloje-se nas paisagens tristes dos vossos sentimentos
 magoados.


A grande crise moral da sociedade anuncia a era nova.

Buscai ouvir, e escutareis em toda parte a musicalidade

 diferente de um mundo novo; fazei silêncio interior, e 
ouvireis a sinfonia dos astros.


Tende a coragem, pois, de amar, em qualquer

 circunstância, por que se amardes somente àqueles que vos
 amam, mais não fazeis do que retribuir, no entanto, se
 fordes capazes de amar a quem vos alveja com os petardos
 terríveis da ingratidão, da ofensa, da perseguição gratuita,
 vosso nome será escrito no livro do reino dos céus e uma
 alegria inefável tomará conta de vossos corações
 preenchendo o vazio existencial.

Filhos e filhas da alma!


Vossos guias espirituais acercam-se-vos, e em torno dos 

vossos pensamentos enviam mensagens de paz para diminuir
 a agressividade e a violência
.
Tornai-vos pacíficos no lar, no relacionamento, nas 

parcerias, no trabalho, na rua, no clube... Onde estiverdes
 mantende a paz, sendo pacíficos para vos transformardes
 em pacificadores
.
O mundo é o que dele têm feito os seus habitantes, mas,

 crede em mim, nunca houve tanto amor na Terra como
 hoje.

A violência e a exaltação do crime ganham manchetes,

 vendem na grande mídia alucinando as vidas, mas nos 
alicerces da sociedade o amor é o paradigma que nutre as
 existências de milhões de mães e pais anônimos, assim
 como de filhos abnegados e estoicos que compreendem os
 mártires e os companheiros abnegados.
Bezerra de Menezes

Postado por GÉRO MAITA às 4:17 PM 

Mensagem de um Preto Velho


quarta-feira, 14 de maio de 2014

Incorporação: Sintomas


 Publicado por: Umbanda No Peito
São alguns, os sintomas da mediunidade de incorporação. É importante conhecer estes sintomas, porque eles se manifestam independente da pessoa saber que é médium de incorporação, ou não. Muitas vezes, este médium começa a se sentir um estranho no mundo, começa a se sentir ou ser chamado de “esquisito”, ou louco. Mas não somos loucos, somos médiuns de incorporação e existem diferenças claras entre loucura e mediunidade.
A pessoa que tem a mediunidade de incorporação latente, adormecida, não lapidada ou mal trabalhada, costuma apresentar alguns sintomas comuns. A grande maioria destes médiuns são muito sem sitivos, com uma grande capacidade de sentir o que outras pessoas estão sentindo, de sentir as dores alheias. Mas também podem sentir, ver e ouvir o que os outros não sentem, não veem e não ouvem. É comum que a mediunidade de incorporação seja acompanhada de outros dons mediúnicos.
Nesta realidade imaterial, tudo é energia, ainda que seja muito real e quase palpável para quem está percebendo o que os outros não percebem.
Alguns pensam que estão ficando loucos por não conseguirem explicar aos outros o que está acontecendo dentro de si, podendo se tornar em pessoas reclusas, introvertidas, estigmatizadas, marcadas e excluídas do convívio social. Se questionam se estão loucos por atraírem para si dores alheias conhecidas e desconhecidas, mas, no fundo, sabem que isto não é loucura e, sim,um fenômeno mal explicado. Grande parte dos médiuns de incorporação tem esta capacidade de atrair, de puxar, a energia que acompanha as pessoas ou os ambientes.
Os sentimentos de dó, piedade e tristeza diante da dor e sofrimento alheio aumentam a capacidade de absorver as energias negativas e enfermiças do outro, o problema é não saber o que fazer com isso depois. Assim, muitos médiuns têm vontade de ajudar e inconscientemente sabem que podem ajudar, no entanto, não sabem como lidar com sua mediunidade e desconhecem recursos e técnicas para lidar com estas situações.
Da mesma forma, estes médiuns evitam encontrar pessoas muito negativas. O resultado é que, depois destes encontros, podem sentir enjoos,moleza pelo corpo, sonolência e outros tipos de mal-estar, como dores de cabeça frequentes e até dores pelo corpo.
Nestes casos, quando procuram os médicos, os seus males não são diagnosticados e suas dores de cabeça não tem origem conhecida. Claro que não podemos confundir sintomas biológicos com desequilíbrios mediúnicos ou mediunidade mal trabalhada.
A grande diferença entre problemas físicos e sintomas mediúnicos é que, com o passar do tempo, o médium sabe que seus males são o resultado de uma situação dentro de um contexto, como encontrar alguém, ir a tal local ou ter passado nervoso.
É comum o médium de incorporação se sentir mal depois de desequilíbrios emocionais. Quando se desequilibra, o médium entra em uma sintonia baixa de vibração e abre seu campo mediúnico, mental e emocional para energias de carga negativa.
Quando está nesta vibração negativa, o médium também acaba sintonizando com espíritos negativos ou negativados como sofredores,  espíritos perdidos e/ou revoltados.
O contrário também é verdade. Assim, a pessoa que tem mediunidade de incorporação pode ficar muito vulnerável a influências externa se, às vezes, acabar tendo um comportamento considerado bipolar. Mas a sua mediunidade não deve ser desculpa para este comportamento. O médium deve procurar um equilíbrio interno para não ficar tão sujeito a estas influências externas.A mente deve assumir o controle da mediunidade. Uma pessoa equilibrada e centrada não fica absorvendo cargas de todos os lugares por onde passa, mas caso isso venha a acontecer, não deve se desequilibrar, deve, sim, perceber que está absorvendo energias negativas e aprender a descarregar-se e encaminhar estas energias. A isto, chamamos de maturidade mediúnica, o quê é resultado de trabalho e educação mediúnica.
Por isso venho, há anos, afirmando que: não basta desenvolver a mediunidade de incorporação, não basta aprender a incorporar espíritos; é fundamental, preciso e necessário passar por uma educação mediúnica, ter cultura mediúnica, estudar e compreender o fenômeno, suas causas e efeitos. É imprescindível um trabalho de autoconhecimento, sentir o que acontece com você e adquirir técnicas para se autotratar, para se limpar energeticamente, descarregar cargas negativas e encaminhar espíritos que possam estar lhe perturbando.

√ POR ALEXANDRE CUMINO
Publicação no Jornal de Umbanda Sagrada | Ed. 156 | Abril/2013

Sessão de caboclos


Consulta e passes com os caboclos.


terça-feira, 13 de maio de 2014

Orixá Pombagira


É claro que uma mulher altiva, senhora de si, segura, competentíssima no seu campo de atuação, seja ele profissional, político, intelectual, artístico ou religioso, impressiona positivamente alguns e assusta outros. Agora, se esse imenso potencial também aflorar nos aspectos íntimos dos relacionamentos homem-mulher, bem, aí elas fogem do controle e assustam a maioria como começam a ser estereotipadas como levianas, ninfomaníacas, etc., não é mesmo?
Liberdade com cabresto ainda é aceitável em uma sociedade patriarcal e machista. Mas, sem um cabresto segurado por mãos masculinas, tudo foge do controle e a sociedade desmorona porque não foi instituída a partir da igualdade, e sim, da desigualdade.
Uma mulher submissa, só acostumada e condicionada a sempre dizer “amem”, todos aceitam como amiga, como vizinha, como colega de trabalho, como namorada, como esposa, como irmã, etc., mas uma mulher questionadora, insubmissa, mandona, contestadora, independente, personalista, etc., nem pensar não é mesmo?
- Pois é!
Não seria diferente em se tratando de espíritos e, para complicar ainda mais as coisas, com eles incorporando em médiuns e trabalhando religiosamente para pessoas com problemas gravíssimos de fundo espiritual.
De repente, uma religião nascente e espírita se viu diante de manifestações de espíritos femininos altivos, independentes, senhoras de si, competentíssimas, liberais, provocantes, sensuais, belíssimas, fascinantes, desafiadoras, poderosas, dominadoras, mandonas, cativantes, encantadoras, cuja forma de apresentação fascinou os homens porque elas simbolizavam o tipo de mulher ideal, desde que não fosse sua mãe, sua irmã, sua esposa e sua filha, certo?
Quanto às mulheres, as Pombagiras da Umbanda simbolizavam tudo o que lhes fora negado pela sociedade machista, repressora e patriarcal do inicio do século XX no Brasil, onde à mulher estava reservado o papel de mãe, irmã, esposa e filha comportadíssimas… senão seriam expulsas de casa ou recolhidas a um convento.
Mas, com as Pombagiras de Umbanda não tinha jeito, porque ou deixavam elas incorporarem em suas médiuns ou ninguém mais incorporava e ajudava os necessitados que iam às tendas de Umbanda.
Só um ou outro dirigente ousava realizar sessões de trabalhos espirituais com as Pombagiras, e a maioria deles preferia fazer “giras fechadas” para a esquerda, para não “escandalizar” ninguém e para não atrair para o seu centro a polícia e os comentários ferinos sobre as “moças da rua”.
Só que essa não foi uma boa solução porque as línguas ferinas logo começaram a tagarelar e a espalhar que nessas giras fechadas rolava de tudo, inclusive sexo entre os seus participantes, criando um mal estar muito grande, tanto dentro do círculo umbandista quanto fora dele.
E ainda que tais fuxicos fossem falsos e maledicentes, não teve mais conserto porque o “vaso de cristal” da religiosidade umbandista nascente havia se trincado, e as “moças da rua” já haviam sido estigmatizadas como espíritos de rameiras que incorporavam em médiuns mulheres para fumarem, beberem champagne, “gargalharem à solta”, rebolarem seus quadris, balançarem seus seios de forma provocante e para atiçarem nos homens desejos libidinosos e inconfessáveis. Para quem não sabe, rameira era o nome dado às prostitutas e às “mulheres de programas” do nosso atual século XXI.
O único jeito de amenizar o “prejuízo religioso” que eles haviam causado com suas “petulâncias” foi tentar explicar que não era nada disso, e sim, que as Pombagiras eram Exus femininos e, como todos sabem, Exu não é flor que se cheire, ainda que seja muito competente nos seus trabalhos de auxílio aos necessitados de socorros espirituais, certo?
Como “mulher de Exu” ou como Exu feminino, ainda dava para deixar uma ou outra incorporar na gira deles, mas já submissas a eles, que ficaram encarregados de zelar pela moral e pelos bons costumes delas…
E aí as giras de esquerda foram sendo abertas timidamente e, pouco a pouco e paralelamente, a sociedade estava passando por profundas transformações sociais, comportamentais e políticas, em que a poderosa Igreja Católica estava perdendo poder e cedendo à sociedade algumas liberdades religiosas.
Quando os militares assumiram o poder nos anos 60 do século XX e logo entraram em choque com alguns setores do catolicismo arraigados na política, então diminui de forma acentuada a intensa perseguição da polícia sobre as tendas de Umbanda.
Somando à liberdade conseguida no período da ditadura, vieram os movimentos feministas que explodiram na América do Norte e na Europa, que conseguiram muitas conquistas para as mulheres.
A par destes acontecimentos, veio a explosão da revolta da juventude, com os Beatles e com Woodstock, que mudaram os padrões comportamentais dos jovens e as relações entre pais e filhos.
Pombagira assistiu a todos esses acontecimentos, que se passaram nos anos 1960 e 1970 e, entre um gole de champagne e uma baforada de cigarrilha, dava suas gargalhadas debochadas, e dizia isto:
- É isso aí, mesmo! Mais transparência e menos hipocrisia!

 √ POR RUBENS SARACENI

Salve os Preto Velho


sexta-feira, 9 de maio de 2014

A técnica da sombra - ARUANDA





"- Há porventura alguma semelhança entre os processos de enfeitiçamento, que presenciamos anteriormente, e o emprego de aparelhos parasitas, como os que aqui são criados pelos espíritos cientistas?
- Embora o uso da técnica ou da nanotecnologia astral, a essência do processo é a mesma, meu filho. Tanto quanto o sapo e os demais répteis, ou ainda os diversificados objetos utilizados na feitiçaria, os aparelhos parasitas se constituem em potentes armazenadores de energia. São transformadores ou acumuladores da intensa força psíquica desencadeada pelos criminosos contra as vítimas de sua agressão. Contudo, há que se observar algo de particular quanto à execução do processo em si. No caso específico dos aparelhos, chips e outros aparatos, produto da tecnologia astralina, não há um correspondente físico, o que lhes confere um certo diferencial estratégico, digamos assim, devido a sua discrição. São instrumentos manipulados diretamente na matéria astral, de acordo com os desenhos e planejamento de seus construtores infelizes."

- Diálogo entre Ângelo Inácio e João Cobú. 
Cap. 11 "A técnica da sombra". Livro Aruanda - Robson Pinheiro.

Prática na mediunidade de Umbanda




Venho observando através dos anos de prática mediúnica umbandista e de direção de terreiro, a enorme confusão que as pessoas fazem em relação a o que pode ou não ser considerado um terreiro de Umbanda.

Infelizmente, esquecendo-se que a premissa básica é a caridade que se pratica no local, o que determina que seja Umbanda, começam a confundir fundamentos com elementos de rito (ou culto), assim, tal qual senhores da verdade e profundos conhecedores, do que não sei até hoje, rotulam os nossos terreiros de umbanda isso, umbanda aquilo, umbanda aquilo outro, como se tivessem o direito de fazê-lo.

Visando auxiliar na minimização de barbaridades que são ditas é que tenho a ousadia, me perdoem os mais velhos, de escrever esse artigo.

Em primeiro lugar é fundamental estabelecermos algumas premissas básicas para o perfeito entendimento do que estou querendo passar e isso diz respeito a diferenciação do que seja “fundamento” de “elemento de rito”.

Fundamento: é tudo que existe velado, ou não, no terreiro que “fundamenta” e direciona o trabalho. Estabelece as linhas de forças trabalhadas e cultuadas, assim como a missão da Casa. Ou seja, interfere e determina o resultado final dos trabalhos realizados. É estabelecido pelo Alto. Exemplo: firmezas ou pontos de força estabelecidos no Congá.

Elemento de Rito: é tudo que existe, velado ou não, que presente ou não, não interfere no resultado final dos trabalhos e nem na missão da Casa. É estabelecido pelo sacerdote.

Clarificado isso, entro agora no ponto que gostaria de falar. O que determina realmente se um terreiro é de Umbanda?

Acredito que já esteja mais do que claro que Umbanda e Candomblé são religiões distintas que guardam muito mais diferenças do que semelhanças. Já o Omolocô, ou Umbanda traçada, ou umbandomblé, ou seja lá o nome que se queira dar a essa forma diferenciada de religião, é que costuma confundir os médiuns iniciantes.

Citarei alguns exemplos, sempre me referindo a umbanda por ser essa a minha religião, das demais nada entendo e nem me vejo na obrigação de entender, já que sou sacerdotisa de umbanda.

Ø na umbanda o atabaque é elemento de rito, ou seja, a presença ou não do atabaque NÃO interfere no RESULTADO final do trabalho. A gira pode ficar, e fica mesmo, mais alegre, mais “vibrante”, mas o resultado final é o mesmo. As entidades incorporam e fazem seu trabalho da mesma maneira.

Ø as roupas (saias rodadas, etc.) são elemento de rito, o fato de serem brancas é que é fundamento, ou seja, se as mulheres trabalham com “baianas” rodadas ou sem roda, ou de jalecos não interfere no resultado final do trabalho. As roupas coloridas podem ser usadas em giras festivas. Vai da preferência do sacerdote.

Ø Sacrifício de animal não é fundamento e muito menos elemento de rito da umbanda, entretanto é e tem fundamento em outras religiões.

Digo tudo isso porque o Centro Espiritualista Caboclo Pery – CECP já foi rotulado de “não umbanda” porque tem atabaques e porque eu uso baiana (saia rodada) e ojá (turbante). Óbvio que tudo isso é elemento de rito!

Já foi rotulado de “umbanda branca” e de “fraquinho” porque não faço sacrifício de animais e nem “devolvo trabalhos” ou faço “trabalhos de amarração”. Isso é mais do que fundamento, é respeito ao livre arbítrio!

Outros já disseram que parece uma igreja evangélica porque uso microfone. Vem cantar num terreiro que tem 153m² sem microfone prá ver se você tem voz no meio da gira!!! Ah!!! O uso do microfone não é fundamento, nem elemento de rito, tá?! E eu sei que Orixá não é surdo, entretanto as pessoas não escutam o que digo e nem o que canto. Bem, eu já fui criticada até por ter ventilador no terreiro!!

Esses simples exemplos servem apenas para ilustrar o que estou querendo dizer, diretamente aos médiuns que estão acostumados a criticar e rotular os terreiros dos outros, pois se acham os donos da verdade e adoram dar “conselhos” aos menos esclarecidos. Ah… Vaidade! Ah… Prepotência!!

É tão fácil e simples saber ou detectar se um terreiro é de umbanda ou não… Há caridade? Não há cobrança por trabalhos, consultas ou passes? Não há sacrifício de animais? Então é umbanda. Fácil, não?

O resto… Bem o resto (quase tudo) é elemento de rito. O que é o “quase tudo”? Pergunte ao seu dirigente, ele certamente sabe!

No mais, vamos tomando nossos banhos, fazendo nossas orações, pegando nossas guias, as toalhas, vestindo nossa roupa branca e vamos trabalhar porque a umbanda precisa é de médiuns mais preocupados em servir do que de juízes. Não acredita em mim? Então pergunta para qualquer preto velho ou caboclo, porque são eles que fazem um terreiro de umbanda.
Postado por GÉRO MAITA às 6:09 PM 

quarta-feira, 7 de maio de 2014

REFLETINDO COM PRETO VELHO

Vou contar-lhes uma pequena estória para auxiliar-vos na reflexão que quero passar.
Refletir é olhar para dentro de Si, sem julga...mentos, sem culpa, sem auto-condenação... Mas com sinceridade, indulgência e tolerância. Perceber no seu mundo Interior aquilo que ainda contribui para que você ainda recaia nos mesmos erros.
Então, meus Filhos, Reflitam! Reflitam!
Era uma vez dois vizinhos, vamos chamá-los de João e Lourenço, tendo suas casas separadas por uma pequena cerca.
João vivia a cuidar do jardim de sua casa. Jardim que se mostrava sempre multicolorido com as mais belas flores. Eram margaridas, rosas, girassóis... Os pássaros, as abelhas, insetos eram presenças constantes. Ali sempre se via João a regar as flores, retirando ervas-daninhas... Enfim, cuidando do seu jardim.
Na casa de Lourenço não se percebia a mesma coisa. Seu quintal era tomado por um matagal, as flores não sobreviviam, pois não podiam competir com a variedade de ervas-daninhas. Lourenço não se importava e não se dispunha a tirar um tempo para cuidar de seu quintal.
João começou a se preocupar com aquilo e decidiu chamar a atenção de Lourenço. Não suportava ver aquele quintal tomado pelo mato e seu vizinho não fazer nada. No fundo não admitia que essa era a escolha de Lourenço.
Deixou suas flores e foi até a cerca e ficava horas tentando convencer Lourenço a ter mais zelo com sua casa, seu quintal. Passaram os dias e ele ali insistindo, tentando convencer Lourenço que não dava ouvidos, achando-o um chato.
Quando João desistiu de tenta convencer seu vizinho, 
levou um grande susto ao voltar-se para seu próprio quintal, 
pois este tinha sido tomado pelo mato e ervas-daninhas, sufocado as flores que morreram todas. Seu quintal tornou-se pior do que do seu vizinho.
Enquanto perdia tempo preocupado com o quintal do outro, tentando ajudar quem não lhe pediu ajuda, esquecia de olhar e cuidar do seu próprio jardim.
Não podemos inverter nossos papéis. Se João continuasse com amor e dedicação a cuidar de seu jardim, chegaria o dia em que a harmonia dele seria tão grande que tocaria seu vizinho ao ponto deste vir lhe pedir ajuda para harmonizar seu. Mas, o que aconteceu, é que João, o vizinho cuidadoso, mas descuidado, foi envolvido pela desarmonia de Lourenço, pensando que estava ajudando-o.
Meus Filhos, quanto mais cuidamos e iluminamos nossa Vida, mais tocaremos os outros, que nos buscarão no momento oportuno.
Quando preocupam com a vida dos outros, passam a querer que o outro viva como vocês gostariam, muitas vezes até vivem a vida dos outros e esquecem de viverem vossas próprias Vidas, sufocando assim, vossa própria Luz.
Busquem ocupar-se com vossas Vidas. Busquem Viver vossas vidas, essa é a melhor ajuda que vocês podem dar aos outros.
Quero enfatizar para aqueles que buscam vivenciar a espiritualidade. Ouçam: se o outro não está vivenciando sua Espiritualidade como você acha que é o correto, da forma como ele está aprendendo...Deixe-o, essa é a vida dele, a escolha dele. A Luz não escolhe, mas separa aqueles que já fizeram suas escolhas.
Se parares para observar e julgar a forma do outro conduzir sua espiritualidade, estarás esquecendo de viver e cuidar da sua.
Espero que todos possam me compreender, pois se venho falar, é por AMOR, SIMPLESMENTE POR AMOR.
Reflitam, meus Filhos! Reflitam!
Que a Luz do Cristo e da Virgem Maria iluminem vossas mentes e vossos corações!

Segurança Mediunica pelo espírito MIRAMEZ

 


O médium que já se candidatou a discípulo de Jesus não fere o companheiro. Procura esclarecer, se não pela palavra, pelo exemplo. Perdoa sem condições, sem anunciar o perdão e abençoa pelo que faz, sem desejar recompensa. O transe mediúnico é ato muito sério, que nos compete analisar. A nossa mente se abre em flor em busca do que desejamos fazer, auxiliando. E o que vem de fora, encontrando sintonia no que está dentro, acasala-se na conjunção da própria natureza, formando algo que nos ajuda ou nos perturba. O médium deve ser reto, nas suas qualidades de pensar, de saber e de sentir.