Deus é Amor

Deus é Amor
Cabana da Esperança

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Ramatís - Mensagens do Astral.

        
           "É inegável que o ambiente pior ou melhor é sempre um ensejo oportuno para que se revele a índole psicológica e espiritual do homem, mas a verticalização do espírito há de ser conseguida essencialmente sob a influência magnética do sublime Evangelho do Cristo, e não através da verticalização da Terra ou da melhoria do ambiente físico. Entretanto - como a cada um será dado conforme suas obras - embora o indivíduo não se modifique sob a ação do ambiente exterior, é indiscutível a influência que sobre ele exerce o meio ambiente que vive, criando-lhe certos estados íntimos à parte, eletivos ao Evangelho."
Ramatís - Mensagens do Astral.

         Em 2013 teremos um planeta regente bem curioso, pouco conhecido porém muito estudado. O Planeta Regente de 2013 será Saturno, como consequência o Orixá que rege 2013 é o Orixá Obaluayê.
        O Planeta Saturno é um dos corpos celestes mais incompreendidos na Astrologia, pois representa tudo aquilo que diz respeito à nossa responsabilidade e às nossas obrigações, conosco mesmos e com a sociedade em que vivemos.
         Saturno é temido como se fosse um deus implacável e insensível, podando nossas expectativas e nossas esperanças. É preciso que olhemos para ele como um mestre mais idoso e mais severo, mas também com um componente de sabedoria e ponderação que nenhum outro planeta do panteão astrológico possui.

          Assim é com Obaluayê o orixá da Transformação, o grande alquimista necessário á evolução, regente da Linha dos Pretos-velhos e das Santas Almas.

     Embora, como nos ensinam os Mentores Espirituais, todas as Sete Sagradas Vibrações ajam e sejam necessárias a cada ciclo, ou ano como chamamos, sempre uma Vibração principal e duas auxiliares se sobrepõem á luz da ação magnética dos astros e das necessidades de oportunização evolutiva.
     Obaluayê, como regente do Ano, pede atenção redobrada no nosso processo evolutivo e transformador, pois o magnetismo deste ciclo anual favorece o amadurecimento seja pela compreensão racional e vivencial, seja pela dor e separações. Muito cuidado se deve ter com as propostas ilusórias das emoções em desequilíbrio e dos bens materiais.
      Em seu polo positivo, a vibratória de Obaluayê é consolidador dos projetos e representa o nosso lado mais realizador e empenhado em construir algo de sólido em nossa vida. Ele tem um papel importante também em tudo o que diz respeito à nossa vida profissional, à nossa carreira e ao espaço que ocupamos na sociedade com nossas atividades e nosso trabalho. É o tempo (“cronos”, o nome grego de Saturno). É fator fundamental na maturação de tudo o que esperamos na vida, portanto a paciência e a perseverança também são elementos indispensáveis para podermos extrair o melhor que Obaluayê pode nos oferecer.
     Obaluayê por ser o senhor da transformação mostrará que tudo, na Terra, precisa se transformar, e como consequência nós seres humanos estaremos mais suscetíveis a essas transformações, interiormente pelas nossas emoções em crise, em busca de maturidade e equilíbrio, como externamente, principalmente climáticas e telúricas, na área geológica com terremotos, erupções vulcânicas, tsunamis e temporais. Prevê-se um índice alto de erupções vulcânicas para o segundo bimestre do Ano de 2013.
     Apesar de Obaluayê ser o orixá do Carma e do Desencarne, 2013 será um ano mais passível pois é regido pela Razão enquanto 2012 foi regido por Iemanjá e sua grande Emoção.
     Como Vibratórias auxiliares no desenrolar do progresso do ano de 2013, temos Oxossi, como a força do conhecimento e, portanto, trazendo esclarecimentos e descobertas, nos convidando ao uso da razão na onda vibratória transformadora de Obaluayê; e Ogum, colocando sua espada, espada da Lei, a serviço do poder transformador de Obaluayê.
     Recebamos o ano de 2013 como mais uma oportunidade, mais um ciclo que se abre sob as bênçãos de Jesus, para que conquistemos o nosso ser interior e estabeleçamos o Reino de Deus em nossas vidas. Obaluayê é um convite á maturidade e decisão firme e coerente pelo essencial, Deus e as propostas espirituais de crescimento e evolução, cuja consequência será sempre a Paz e a Alegria - “Eu vos dou a paz, eu vos dou a minha paz, não como o mundo a dá, pois a paz que eu vos dou permanece para sempre.” (Jesus no Evangelho).
A pedra vibratória de Obaluayê é a Turmalina Negra.

Grupo Umbanda Triângulo da Fraternidade

 


Vamos falar um pouco sobre desenvolvimento, pois sabemos que este é um dos maiores problemas que encontramos dentro de muitas casas e muitos Zeladores permitem que tal procedimento aconteça ao Deus Dara, sem uma regra ou uma doutrina necessária para o futuro do médium, que vejo da seguinte forma:
--Vem a ser a base de todo trabalho resultante para o futuro de um médium e tem que haver um preparo minucioso para que o mesmo não se perca com suas próprias entidades. Tudo deve ter um começo, meio e fim.
Para nós o que realmente interessa é o começo! Imagine um alicerce mal construído, a base quebra e tudo desmorona, ou seja, os andares de cima não se ajustam à base e tudo vem a baixo.
Portanto, para nós o que interessa em nosso desenvolvimento é a nossa base, que é chamada de Entidade Chefe de nossa Coroa, seja ela um Caboclo ou um Preto velho.
Um médium em desenvolvimento deve se preocupar somente com isso no inicio e essa entidade chefe com seu tem que estar totalmente preparada para poder sustentar com seu poder de comando as demais entidades que eventualmente venham a trabalhar com o médium o passar do tempo. Caso isso se não ocorrer o médium passara por uma turbulência muito grande e acabara se perdendo em seu desenvolvimento, achando que um Caboclo de Ogum é de Oxossi ou até mesmo de Xangô. E assim também acontece com as sublinhas com mais facilidade.

Portanto, no meu entender como Zelador, quanto maior o numero de entidades o médium iniciante incorporar, pior para ele será no futuro porque não terá ele um autocontrole de suas entidades, e o respeito das demais pela Entidade que comanda a sua coroa.
Sendo assim, o médium não deve ter pressa em sua caminhada espiritual. Vivemos uma vida inteira e temos muitas surpresas resultantes de nossos trabalhos espirituais.
Um bom trabalho é aquele feito passo a passo, degrau por degrau, portanto, os médiuns em inicio terão que passar por uma triagem junto à casa para podermos melhor avaliar e ver até onde realmente cada um tem como sua base.
Sou exigente e cauteloso e até mesmo chato com relação à preparação de um médium, mas nunca passei vergonha em qualquer casa que fui e os meus guias sempre trabalharam mostrando o que aprenderam com simplicidade e humildade e acima de tudo com segurança do que estavam fazendo.
Espero que todos tenham o mesmo entendimento que eu, pois acredito que mais vale o médium trabalhar bem com uma entidade do que trabalhar “mais ou menos” com dez. Isso, no meu ver, não tem lógica.
Todo médium tem um polo positivo e outro negativo e quando falamos do polo negativo estamos nos referindo ao exu, não porque ele seja ruim, e sim porque esta dando o equilíbrio que todos nós temos que ter.
Ele também deve ser tratado e reverenciado sempre com muito respeito porque obedece ao comando da entidade chefe que cuida de nossa coroa.
Sem este equilíbrio não teríamos força para desempenhar nossos trabalhos. E, sendo assim, fica claro e de fácil entendimento que o médium em desenvolvimento tem que tomar todas as cautelas para se tornar um verdadeiro soldado da nossa tão querida Umbanda. Quanto aos médiuns já desenvolvidos, estes devem realmente estar preparados para poderem diferenciar quais as entidades que realmente estão incorporando para não ficar nenhuma duvida dos seus desempenhos quando solicitados em trabalhos inerentes ao terreiro.
Fica claro, que o médium iniciante, só poderá incorporar um caboclo ou um preto velho, até o mesmo dar o nome e riscar o seu ponto. Já os médiuns desenvolvidos, mas ainda sem ordens de trabalhos, estes poderão incorporar todas as suas entidades, mas ficando claro que ainda são proibidos de dar qualquer atendimento ao publico, ficando autorizados a ajudarem no atendimento dos médiuns da casa e só quando autorizados poderão dar atendimento ao publico em geral, ficando, portanto, toda a responsabilidade de atendimento aos médiuns já prontos ou coroados (os Pais e Mães pequenas do terreiro e seus Zeladores).
Bem, acredito que tenha ficado claro como é um procedimento serio e sendo assim, com certeza terá resultados maravilhosos, pois tenho uma larga experiência disso.
Outro detalhe que ocorre muito em terreiros: --Depois de todo esse trabalho do Zelador para poder ter um médium à altura dentro de sua casa para poder auxiliar nos trabalhos, este abandona tudo, se revolta e ainda sai falando mal dele.
Mas também devemos entender que essa é a missão de um “Pai Espiritual” e não devemos esperar recompensas e nem um muito obrigado. Esta é a cruz que carregamos e devemos ter paciência porque lá na frente vem mais!
São por estas razões que, infelizmente, vemos muitas marotagens e falta de dedicação de muitos Zeladores, e ai esta outro erro, por que não devemos generalizar para todos os filhos da casa, já que a missão de um Zelador não é tão diferente da de um pai uma mãe na matéria, onde criamos os nossos filhos para o mundo. Assim como aqui, na espiritualidade todos têm o livre arbítrio de seguirem seus caminhos.
Muitas vezes a culpa vem do Zelador por não ter o preparo e a capacidade de assumir um posto tão importante e de tão grande responsabilidade, pois quem quer respeito tem que se fazer por merecer. Então vemos por aí muitas coisas desnecessárias que é melhor não fazermos comentários vexatórios ou denegrir este ou aquele pela sua forma de conduzir um templo sagrado.
A Umbanda só não tem grande força junto aos seus adeptos por culpa, única e exclusiva, dos seus dirigentes, se assim podemos chama-los. Não têm união e cada qual fala uma doutrina, sem contar QUE UM QUER SER MELHOR QUE O OUTRO. E isso é uma tragédia, pois não existe nada disso e a grande diferença esta na capacidade material de cada um, da dedicação, na postura, no respeito, etc.
Muitos confundem a cabeça de seus filhos com esse negocio de quem é seu Pai, de quem é sua Mãe, de quem é seu Juntó. Em cada lugar que o médium vai ele arruma um Pai e uma Mãe diferentes.
No meu entender o médium tem que se fazer presente aos trabalhos e o seu Zelador tem que dar-lhe um acompanhamento e ver quais as manifestações que ocorrem no desenvolvimento dele para, depois, chegar às conclusões corretas e posteriormente, e só então, fazer as devidas obrigações.
Isto, queira ou não, traz insegurança àqueles que realmente querem respostas coerentes e precisam de uma forma segura para fazer suas obrigações.
Quantas vezes você já não escutou dizer que tal filho fez suas obrigações para um determinado santo e ai veio outro Zelador e disse que foi feito tudo errado porque ele é filho de outro Orixá e tem que fazer tudo novamente, já que é por esta razão que sua vida não anda.
Sem sombra de duvida, daí vem a descrença, o desanimo e até mesmo o abandono total da religião. E de quem é a verdadeira culpa do médium abandona-la?
Claro que a culpa não é dos dirigentes bidus, adivinhos e espertalhões, os feitos em pé, como dizem, porque eles não a assumem.
Quando um filho de fé nos procura, devemos ser honestos e esclarecer o mesmo de que, para ter tal resposta, é necessário todo um processo, sendo que muitas vezes o próprio médium tem a resposta de quem são seus orixás, sem que ninguém precise colocar nada em sua mente.
Este é um assunto extremamente serio e não podemos acreditar em um Zelador que, já na primeira consulta, nos diz quem são nossos orixás e já quer fazer nossas obrigações.
O modo mais correto é o assunto ser discutido entre o médium e seu Zelador até chegarem a uma conclusão juntos.
Acreditem! Ninguém precisa dizer para você quem são suas entidades e a que orixás correspondem. Com o passar do tempo todas as duvidas existentes no inicio do seu desenvolvimento serão esclarecidas pelas próprias manifestações dos seus Orixás. E, quem melhor que eles para dizer-lhe o que querem que seja feito? Então, aí sim, com o apoio do seu Zelador e com conhecimento dos rituais, será feita a obrigação mais correta que possa existir e em comum acordo de as partes: Zelador, Médium e o seu Orixá.


terça-feira, 9 de abril de 2013

Dai de graça o que de graça recebestes

"Dai de graça o que de graça recebestes"


"Todos os atendimentos espirituais do Triângulo são gratuítos. Os médiuns devem viver para a Umbanda e para os Orixás, não da Umbanda e dos Orixás. A prática da mediunidade em essência é viver para servir e não para ser servido. Quando uma casa de Pery aceitar uma moeda em troca de serviço espiritual, não será mais uma casa de Pery."
 CABOCLO PERY

Que hoje seja um dia de paz e harmonia para todos.



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Autor: (Pai Bino de Aruanda)




Bom dia,
Que hoje seja um dia de paz e harmonia para todos.
Quando sabemos que estamos indo pelo caminho certo trabalhando se esforçando lutando e conseguindo enfrentar nossas dificuldades de pensamentos nada atinge mais, cuidado porque aqueles que tentam emanar esses pensamentos passam a atacar as pessoas mais próximas para vir de contra você.
Vamos observar mais às atitudes das pessoas para quando acontecer estarmos preparados.
A vida é conhecimento, então vamos aproveitar cada dia que Deus da para aprender.

Graças a Deus e a Virgem Maria.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Caboclo Índio Tupinambá 
A Umbanda não é responsável pelos absurdos praticados em seu nome, assim como Jesus Cristo não é responsável pelos absurdos que foram e que são praticados em Seu nome e em nome de seu Evangelho. Caboclo Índio Tupinambá.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Somos Todos Inocentes


Resumo: Somos todos inocentes de Zibia Gasparetto é um romance mediúnico. Este é ditado, também por Lucius. Nesse romance a Sr. Zibia está disposta a mostrar que diante da grandeza das leis universais nossas atitudes hão de parecer meros acidentes condicionados, e por isso, seríamos todos inocentes. Por isso não devemos nos preucupar com pequenas coisas, ou fiucar nos culpando eternamente por nossos erros. os erros são relativos e passageiros, e são , sobretudo, elementos para uma grande aprendizagem da alma rumo a iluminação.

A Verdade de Cada Um - Lucius/Zibia Gasparetto

 

  1. A verdade de cada um - Zíbia Gasparetto, pelo espírito Lúcius
Resumo:  Elisa era uma dedicada dona-de-casa, que só vivia para seu marido Geninho e para seus filhos, esquecendo-se  totalmente de si.  Ela morre (desencarna) atropelada, logo após receber a notícia que Geninho iria sair de casa para morar com outra. Com seus planos cancelados, Geninho vai ter que tomar conta dos filhos, contando apenas com a ajuda da cunhada Olívia que o culpa pela morte da irmã. Elisa, já no plano espiritual, não perdoa a traição de Geninho e passa a obsediá-lo, não lhe deixando um só minuto de sosseg

2. Resenha: Trata-se de um livro sensacional, indicado especialmente para pessoas ciumentas e para aquelas que acreditam que - se anulando - jamais perderão seu objeto de amor. Além disso, nos mostra o que um espírito obsessor, movido pelo desejo de vingança, é capaz de fazer contra seus desafetos.
Trecho:   Em meio a escuridão da noite, Elisa caminhava sem perceber bem por onde ia, tentando segurar as lágrimas que teimavam em escorrer pelas suas faces, toldando-lhe a visão. Em seu desespero, pouco se importava com os carros que passavam a toda velocidade pelo meio da rua, fechada ao mundo exterior, dobrada ao peso de sua dor.
Tantos anos de dedicação e de renúncias, de carinho e de amizade e agora, depois de tudo, ele a deixara. Seduzido por outra mulher, embalado nas ilusões da juventude dela, não titubeara em abandonar a casa, a família, tudo. Era como se o teto houvesse desabado sobre sua cabeça inesperadamente sem que pudesse fazer nada para impedir. Doía. Doía muito. Não podia compreender como um homem podia trocar o amor de uma estranha, os prazeres ilusórios do corpo, pelo sorriso alegre de Marina, o olhar inocente e confiante do Juninho e as risadas francas e espontâneas da Nelinha.

De que matéria era feito o Geninho, para ser tão cruel?

Livro Tambores de Angola.


Estava sossegado em casa, quando toca a campainha. Abro a porta e faço entrar o visitante. Era um amigo que vinha fazer uma visita. Acomodado a um sofá, foi logo de chofre in-terrogando:
- Você já leu o livro “Tambores de Angola”?
Não, respondi. E pelo título, não faz parte de minhas leituras.
Retrucou o visitante:
- É um livro espírita, que relata o trabalho dos Espíritos junto as Tendas de Umbanda. Esses Espíritos quando encarnados na Terra estavam na condição de escravos no Brasil. Juntam-se aos Espíritos de ex-escravos afro, Espíritos que foram indígenas, também no Brasil. E juntos realizam um trabalho de auxílio a Espíritos ignorantes, perversos e vingativos.
Isso foi o que li neste livro.
- E o que está levando você a ler e se preocupar com es-se livro, perguntei?
- Bem, é que gostaria de ter a sua opinião a respeito do livro!
- Como já lhe disse, o título do livro não me encoraja a uma leitura, mas não custa nada fazer uma análise. No entanto, adianto que não poderei dar minha opinião, quando muito, darei um pitaco, que pouco valor tem partindo de mi-nha parte. Você tem o livro?
- Sim, leia e opine, por favor. Estou com umas dúvidas e preciso ouvir uma opinião imparcial.
Agradeci a deferência, sabendo que não mereço tamanha consideração. Conversamos outros assuntos e o amigo se despediu.
Não perdi tempo e iniciei a leitura do livro “Tambores de Angola”. E aqui, eis o meu pitaco.

Livro: Tambores de Angola.
Autor: Robson Pinheiro, da cidade Belo Horizonte-MG. Ditado
pelo Espírito Ângelo Inácio.
Edição: Editora Casa dos Espíritos.

1. – O Livro e o Autor.
O Autor, Sr. Robson Pinheiro se apresenta como médium e como tal, informa que o livro foi ditado pelo Espírito Ângelo Inácio, que adotou este pseudônimo.
De cara dizemos que o livro não é de Caráter Espírita, entretanto, o Autor afirma ser de Caráter Mediúnico. De qualquer forma não deixa de ser uma imitação grosseira e grotesca do livro “Nosso Lar” e de outros livros de Francisco Cândido Xavier, ditado pelo Espírito André Luiz.
Não é de Caráter Espírita, porque o conteúdo do livro contendo uma estória comum referente a sentimentos de ódio e vingança, não faz nenhuma conotação com o ensino doutri-nário da Doutrina Espírita.
Sendo, no entanto, de Caráter Mediúnico, demonstra o Espírito, autor do ditado, ser neófito no Mundo Espiritual e não ter muita responsabilidade com a verdade.
O Autor se apresenta como médium, mas quer nos parecer que lhe faltou o devido cuidado em analisar a mensagem recebida ou mesmo solicitar a uma pessoa que o fizesse, an-tes de entregar a publicidade.
Aksakof, aliás, estudando a mediunidade, agrupou sob a classificação geral de Animismo os fenômenos produzidos pela Alma do homem vivo. Nessa rubrica está o Personis-mo, que são fenômenos psíquicos inconscientes, produzidos nos limites da esfera corpórea do médium, ou intramediúnica, cujo caráter distintivo é, principalmente, a personifica-ção, isto é, a apropriação (adoção) do nome e muitas vezes do caráter de uma personalidade estranha à do médium. É a mais simples manifestação do desdobramento da consciência. [1]
Os elementos dessa espécie de fenômeno podem ter um caráter múltiplo: normal, anormal ou fictício, segundo as condições do organismo (sono natural, sonambulismo, mediunismo) Portanto, conforme Aksakof, Personismo são fenômenos de dissociação funcional da atividade psíquica, porque constituem um mecanismo primário da mediunidade e um estágio inicial do transe mediúnico.
No presente caso, percebe-se no livro “Tambores de Angola” que o assunto da forma como foi tratado não se enquadra na classificação de Aksakof. E caberia ao médium, fazer uma análise depuradora da mensagem recebida, evitando assim desgastes desnecessários.
Aliás, Léon Denis em sua obra prima [2], cita o caso de Victor Hannequin, um médium francês que se julgava investido de uma missão divina e que se auto-intitulava vice-deus na Terra. Este exemplo trazido por Denis, reforça a idéia da ne-cessidade de o médium está sempre vigilante para os escolhos da mediunidade.
Mas, adentremos o conteúdo do livro.

Que hoje seja um dia de paz

Que hoje seja um dia de paz para todos.


Esperar sempre com paciência.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

A mediunidade











A mediunidade para a maioria das pessoas representa um processo muito intenso de sensações e impressões psicológicas e físicas. O médium, em primeiro lugar, é uma pessoa como as outras com suas virtudes e defeitos, que de uma hora para outra amplia sua realidade de percepções para além de sua individualidade. Esse processo quando se inicia tende a criar muitas dúvidas e conflitos pessoais, pois não somos em nenhum momento instruídos para conviver com nossas sensibilidades ou percepções e não encontramos nas instituições tradicionais da sociedade algum tipo de apoio ou orientação para lidar com o assunto sem que se tenha uma conotação de desequilíbrio ou doença psicológica. Invariavelmente teremos que recorrer a instituições religiosas para obtermos algum tipo de esclarecimento e conforme a orientação que tiverem obteremos respostas bem diferentes uma da outra e possivelmente contraditórias entre si.
            Por esses e outros motivos vamos abordar esse assunto com uma visão universalista através de perguntas e respostas de dúvidas que freqüentemente chegam até nós, nossa abordagem tem por objetivo esclarecer questionamentos comuns de que quem inicia ou iniciou a pouco tempo na vida mediúnica para diminuir um pouco a pressão gerada pelas inseguranças e conflitos internos.
Todos somos médiuns ou possuímos algum tipo de mediunidade?
            Segundo o que nos diz Allan Kardec todos somos mais ou menos médiuns, pois todos possuem a mediunidade natural, canal psíquico através do qual somos estimulados ao crescimento. Entretanto, médiuns propriamente ditos são aqueles que recebem manifestações ostensivas dos Espíritos.
            Essa resposta faz parte do contexto em que se encontrava Kardec na metade do século XIX, no surgimento do movimento espírita, a mediunidade mais proeminente e mais aceita há época era a inconsciente, por isso ele utiliza o termo “manifestações ostensivas dos espíritos”. Hoje a mediunidade já é vista de outra maneira, pela sua evolução através dos tempos e pela melhor compreensão de sua função para a o crescimento individual e coletivo do indivíduo. O médium não é mais visto como uma máquina, um simples canal intermediário entre o mundo dos mortos e o mundo dos vivos, ele é antes de tudo um ser em evolução, que contém na sua estrutura energética elementos que permitem perceber, interagir e expressar o que energética e espiritualmente ocorre a sua volta, e com isso, se vê inserido num ambiente bem mais complexo do que seria a simples existência física.
Costumamos afirmar que todos possuem algum tipo de sensibilidade, mais ou menos intensa, o que faz uma pessoa ser médium um médium ativo é o seu grau de comprometimento (por débitos ou méritos) com o mundo dos espíritos e com a coletividade encarnada.
Como posso saber se tenho que desenvolver a minha mediunidade?
Não existem fórmulas mágicas para ensinar ou sinalizar o momento e como uma pessoa deva se desenvolver como médium, mas podemos apontar alguns sinais de que talvez isso seja necessário:
·        Freqüente manifestação de espíritos através de uma pessoa, seja ele um espírito de pouca evolução ou uma entidade;
·        Pessoas que sofrem com mudanças de humor bruscas sem que hajam patologias psicológicas e/ou neurológicas;
·        Despertar natural de faculdades mediúnicas tais como: clarividência, clariaudiência, psicografia, etc;
·        Indicação por entidades em consultas.
Passei por uma consulta com uma entidade e me foi orientado para que eu desenvolvesse a minha mediunidade, o que faço agora?
            Em primeiro lugar não se desespere, não é o fim do mundo!
            Se a orientação foi essa procure refletir sobre o momento de vida em que você se encontra. Provavelmente está passando por conflitos internos e/ou externos bastante intensos, avalie se não está necessitando fazer algo diferente na sua vida ou com a sua vida, principalmente se você viveu somente em função de bens materiais e nunca se preocupou com sua natureza espiritual, ou mesmo se tem dificuldade em reconhecer ou ter afeto por outras pessoas, inclusive as que não fazem parte da sua família. As orientações das entidades sempre têm por objetivo equilibrar a nossa existência, nunca se surpreenda se a resposta a uma pergunta não for aquela que desejaria ouvir.
            Hoje compreendemos o desenvolvimento mediúnico de uma forma bem diferente de alguns anos atrás (o andar da carruagem ainda está acomodando as melancias). A humanidade já possui mais de um século de experiência mediúnica com abordagem de estudo científico e certos procedimentos ou conceitos já não possuem mais sentido.
Se você não manifesta condições que coloquem o trabalho mediúnico como prioridade a melhor maneira de começar seria melhorando o conhecimento sobre a sua própria natureza espiritual, procurar estudar sobre os fenômenos básicos que envolvem a vida após a morte, os romances espíritas são o melhor caminho para um primeiro contato com essa realidade (o mais importante nesse ponto é o querer e buscar modificar a visão sobre os princípios básicos da vida). Vemos hoje o desenvolvimento mediúnico com uma abordagem educacional do próprio espírito, pela espiritualidade, para isso você terá muito trabalho interno de auto-entendimento e quebra de paradigmas.
Um próximo passo seria buscar uma instituição que oferecesse estrutura e condições que lhe facilitariam e orientariam essa caminhada com segurança. Existem muitas casas que possuem essa estrutura, busque uma em que você se sinta à vontade e se identifique com seus propósitos, afinal de contas você estará numa fase de abertura para coisas novas e não conseguimos nos abrir em um lugar em que não nos sintamos confortáveis.

O que diferencia um médium umbandista dos outros?
            Não gostamos de comparações, pois muitas vezes podemos criar em nós mesmos, ou nos outros, idéias de superioridade de um exemplo sobre outro e como estamos lidando com mediunidade novamente afirmamos: não existem fórmulas mágicas, caminhos certos ou errados, mas somente caminhos e simplesmente caminhos, que levarão ao mesmo lugar e cabe a você descobrir o seu.
            O processo mediúnico utilizado na Umbanda se caracteriza pelo uso ativo das faculdades mediúnicas (principalmente a de incorporação). O médium umbandista coloca em cada sessão os seus recursos mediúnicos (educados ou não) a disposição das entidades para que elas possam concretizar o trabalho espiritual pré-determinado pela espiritualidade, é o que chamamos no meio umbandista de caridade. O trabalho se caracteriza pela atuação direta em realidades individuais e coletivas dos consulentes, essa abordagem coloca o médium em contato direto com duas forças muito diferentes entre si: a realidade das entidades, composta por energias harmônicas e equilibrantes e as energias que estão envolvendo os consulentes, que normalmente estão desarmonizadas ou sob campos de obsessões e/ou feitiçarias.
            Por isso se diz que a Umbanda utiliza a mediunidade ativa, pois se o médium não estiver amparado por uma entidade e esta não encontrar meios de sua manifestação em seu aparelho, ficará ele com resíduos energéticos das realidades que acompanham os consulentes e terá ele mesmo que fazer a transmutação dessas energias, ou recorrer a outro médium para isso.

            Tem problema uma pessoa querer se desenvolver mediunicamente por achar bonito o trabalho dos médiuns que trabalham em alguma casa?
            O trabalho mediúnico numa casa bem organizada e dirigida é realmente algo muito bonito e que desperta sentimentos de admiração por parte de boa parte da população que presencia o seu trabalho, mas temos que ter em mente que vemos somente uma ponta do “ice berg” de todo o processo que acontece no físico e no astral, vamos comentar um pouco o que ocorre com os médiuns nos bastidores.
            Um fenômeno mediúnico muito interessante que freqüentemente acontece com os trabalhadores de uma casa é a sintonia antecipada com a egrégora energética dos consulentes e seus acompanhantes espirituais que serão atendidos no momento da sessão. Isso ocorre num período que vai de minutos até dias antes dos atendimentos, não são poucos médiuns que começam a sentir as angústias psicológicas, desconfortos e até mesmo dores físicas reais correspondentes a que sentem as pessoas que serão atendidas. Essa situação independe da experiência do médium, quando nos damos conta já estamos envolvidos por esses campos. O que muda de pessoa para pessoa é a rapidez que se dá conta do que está acontecendo e como administra essa situação.
            Outra situação semelhante é o período em que um médium pode ficar com a impressão energética de um ou vários atendimentos que realizou numa sessão. Tempo esse que também pode variar de minutos a dias, isso ocorre por diversos motivos, entre eles:
·        Excitação dos receptores sensoriais dos tecidos que entraram em sintonia com as energias dos atendidos. As energias envolvem os médiuns de maneira a seguirem um fluxo de estímulos que normalmente vai dos corpos espirituais para o corpo físico, ou seja, sentimos sim no corpo físico o que ocorre com um atendido. Isso pode se dar de maneira muito intensa permanecendo uma impressão contínua das sensações, mesmo o consulente já ter sido atendido e se encontrar muito longe da casa;
·        Transferência intencional por parte das entidades de campos ou espíritos sofredores para junto do médium, para que posteriormente possam ser transmutadas as energias e/ou encaminhados os necessitados em trabalhos complementares.
            Esses são apenas alguns exemplos de situações e fenômenos que irão acontecer com médiuns em trabalho, mas existem outras situações não mediúnicas que gostaríamos de comentar e são tão ou mais importantes que as expostas anteriormente, que têm haver com a disciplina, determinação e comprometimento que um médium deve ter. Esses requisitos colocam sobre os médiuns uma carga de responsabilidade muito grande, pois no momento que se comprometem com uma casa estão se comprometendo com a sua realidade espiritual (que envolve seu karma e suas entidades) e a realidade espiritual de uma comunidade (relacionada com o karma coletivo e as entidades que respondem por esse universo de encarnados e desencarnados). O médium precisa ter constância e ritmo em seu trabalho, pois invariavelmente ocorrerão oscilações, dúvidas e vacilos, e quanto mais integrado estiver com seus deveres mais resistência a essas situações terá.
            Amigos, não façam da mediunidade e do trabalho mediúnico um “hobby”, se tiverem que se desenvolver façam com consciência e não por impulso emocional, pois para encarar situações como as citadas acima é preciso ter cobertura espiritual, disciplina, dedicação e amor, por si e pelos que irá atender.

O que acontece com quem já trabalhou mediunicamente e por um motivo ou outro parou?
            No momento em que houve um comprometimento com o trabalho mediúnico os corpos do médium passam por sucessivas modificações de maneira a permitir a melhor manifestação das entidades. Quando o trabalho é interrompido é como se os corpos estivessem sem um órgão, ou seja, alguma função fisiológica ficará comprometida e normalmente resultará em acumulo excessivo de energia ou descarga energética em demasia.
            Mais uma vez ressaltamos a importância de um médium assumir o trabalho espiritual com responsabilidade, pois uma vez inserido nele não será por qualquer motivo pessoal que poderá se afastar sem gerar desequilíbrios internos. Cabe aqui lembrar e salientar que esses desequilíbrios não são uma punição ou vingança das entidades, mas sim uma conseqüência natural (e fisiológica) de nossos atos e escolhas.

DEUS É VIDA




DEUS É VIDA

"MEUS CAROS AMIGOS ESTE É UM BLOGGER: DE AUTO AJUDA,ONDE VOCÊ PODERÁ TIRAR SUAS CONCLUSÕES... NINGUÉM É DONO DA VERDADE...INDICAMOS: LEITURAS,FRASES,PENSAMENTOS,DIÁLOGOS,MONÓLOGOS E OUTRAS COISAS...TUDO LIGADO AO NOSSO PLANO FÍSICO,METAFISICO,ESPIRITUAL,AMOROSO E SENTIMENTAL...SEM DISTINÇÃO DE CRENÇA,RAÇA OU COR..TUDO DENTRO DA MAIS RESPONSABILIDADE E RESPEITO...POR ISSO PEÇO QUE POSSA COMENTAR,ATÉ MESMO SUGERIR...BLOGGERS QUE NOS POSSAM SE ULTIL NA NOSSA CAMINHADA...ESTAMOS TODOS NÓS EM FASE DE EVOLUÇÃO...PERMANENTE...NINGUÉM É TAO POBRE QUE NÃO POSSA SE DOAR E TÃO RICO QUE NÃO POSSA RECEBER...NÃO É VERDADE...SEJAMOS IRMÃOS FRATERNOS...ACIMA DE TUDO EDUCADOS E GENTIS... POSSAMOS CONTAR COM VOCÊ"



QUE DEUS NOS ABENÇOE.
PAZ,SAÚDE E FRATERNIDADE.